Pezão diz que se sente julgado e condenado

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PSDB), disse se sentir "julgado e condenado" em função das acusações feitas pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, que o acusou de ter recebido R$ 30 milhões para ser utilizado no caixa 2 de campanhas eleitorais; "Tenho 32 anos de carreira pública e lamento muito ter de passar por esse tipo de exposição. Já fui julgado e condenado e só agora vão me dar o direito de defesa", afirmou

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PSDB), disse se sentir "julgado e condenado" em função das acusações feitas pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, que o acusou de ter recebido R$ 30 milhões para ser utilizado no caixa 2 de campanhas eleitorais; "Tenho 32 anos de carreira pública e lamento muito ter de passar por esse tipo de exposição. Já fui julgado e condenado e só agora vão me dar o direito de defesa", afirmou
O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PSDB), disse se sentir "julgado e condenado" em função das acusações feitas pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, que o acusou de ter recebido R$ 30 milhões para ser utilizado no caixa 2 de campanhas eleitorais; "Tenho 32 anos de carreira pública e lamento muito ter de passar por esse tipo de exposição. Já fui julgado e condenado e só agora vão me dar o direito de defesa", afirmou (Foto: Paulo Emílio)

Rio 247 - O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PSDB), disse se sentir "julgado e condenado" em função das acusações feitas pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, que o acusou de ter recebido R$ 30 milhões para ser utilizado no caixa 2 de campanhas eleitorais.

"Estou sendo acusado de ter participado de uma reunião que nunca ocorreu. É uma denúncia política", disparou. "Tenho 32 anos de carreira pública e lamento muito ter de passar por esse tipo de exposição. Já fui julgado e condenado e só agora vão me dar o direito de defesa", afirmou.

Com base na delação premiada de Paulo Roberto Costa, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) abriu inquérito, nessa quinta-feira (12) para investigar também o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) e o ex-secretário da Casa Civil Régis Fichtner. Segundo a Procuradoria, em 2010, Cabral e Pezão agiram juntamente com Fichtner para obter R$ 30 milhões de empresas contratadas pela Petrobrás para a construção do Comperj.

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