PGR pede que Picciani siga preso: ‘Monumental esquema de corrupção’

O MPF emitiu parecer ao STF pedindo a rejeição do habeas corpus protocolado pela defesa do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio Jorge Picciani (MDB), preso na Operação Cadeia Velha; em documento da PGR, o MPF afirma que a Alerj tinha um "monumental esquema de corrupção" iniciado nos anos 90 que durou até 2017; Picciani é acusado de receber propina para defender interesses de empresários de ônibus na Alerj, lavando dinheiro inclusive através da compra e venda de gado

O MPF emitiu parecer ao STF pedindo a rejeição do habeas corpus protocolado pela defesa do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio Jorge Picciani (MDB), preso na Operação Cadeia Velha; em documento da PGR, o MPF afirma que a Alerj tinha um "monumental esquema de corrupção" iniciado nos anos 90 que durou até 2017; Picciani é acusado de receber propina para defender interesses de empresários de ônibus na Alerj, lavando dinheiro inclusive através da compra e venda de gado
O MPF emitiu parecer ao STF pedindo a rejeição do habeas corpus protocolado pela defesa do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio Jorge Picciani (MDB), preso na Operação Cadeia Velha; em documento da PGR, o MPF afirma que a Alerj tinha um "monumental esquema de corrupção" iniciado nos anos 90 que durou até 2017; Picciani é acusado de receber propina para defender interesses de empresários de ônibus na Alerj, lavando dinheiro inclusive através da compra e venda de gado (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - O Ministério Público Federal (MPF) emitiu parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a rejeição do habeas corpus protocolado pela defesa do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) Jorge Picciani (MDB), preso na Operação Cadeia Velha em novembro. De acordo com as investigações, um grupo que tinha o emedebista como integrante vem adotando práticas financeiras clandestinas e sofisticadas para ocultar a corrupção, além de repasses da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor). Picciani é acusado de receber propina para defender interesses de empresários de ônibus na Alerj, lavando dinheiro inclusive através da compra e venda de gado.

Em documento da Procuradoria-Geral da República (PGR), assinado pela subprocuradora-geral Cláudia Sampaio Marques e datado do último dia 11, o Ministério Público Federal afirma que a Alerj tinha um "monumental esquema de corrupção" iniciado nos anos 90 que durou até 2017.

"Trata-se de esquema consolidado no âmbito da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, sob o comando do paciente (Jorge Picciani) e dos demais parlamentares ouvidos", escreve a subprocuradora em alusão a Paulo Melo, ex-presidente da Casa, e Edson Albertassi, ambos do MDB. O documento foi obtido pelo G1.

Os dois também estão presos em decorrência da Cadeia Velha. "Necessária a prisão não somente para fazer cessar a prática delitiva como também para permitir que as investigações transcorram sem os percalços que ocorreriam com a liberdade dos investigados", conclui a PGR.

No início de janeiro, a subprocuradora também pediu a manutenção da prisão de Paulo Melo. O habeas corpus de Albertassi ainda não foi analisado.

 

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