Picciani: não é possível socorro financeiro ao Rio sem contrapartida

deputado estadual Jorge Picciani (PMDB) defendeu a privatização da Cedae como uma das condições para o socorro financeiro do governo federal ao Rio; de acordo com o parlamentar, "as ações da Cedae são o ativo que temos para dar como garantia e salvar o estado"; "Sem isso, não tem empréstimo, nem plano, nem salário. E não tendo salário em dia, continuaremos na confusão. E nessa confusão, não tenho dúvidas de que, em mais cinco meses, vamos viver um ambiente de impeachment"; conforme reforçou o deputado, "o que o Rio tem para garantir um empréstimo de R$ 3,5 bilhões são as ações da Cedae"

deputado estadual Jorge Picciani (PMDB) defendeu a privatização da Cedae como uma das condições para o socorro financeiro do governo federal ao Rio; de acordo com o parlamentar, "as ações da Cedae são o ativo que temos para dar como garantia e salvar o estado"; "Sem isso, não tem empréstimo, nem plano, nem salário. E não tendo salário em dia, continuaremos na confusão. E nessa confusão, não tenho dúvidas de que, em mais cinco meses, vamos viver um ambiente de impeachment"; conforme reforçou o deputado, "o que o Rio tem para garantir um empréstimo de R$ 3,5 bilhões são as ações da Cedae"
deputado estadual Jorge Picciani (PMDB) defendeu a privatização da Cedae como uma das condições para o socorro financeiro do governo federal ao Rio; de acordo com o parlamentar, "as ações da Cedae são o ativo que temos para dar como garantia e salvar o estado"; "Sem isso, não tem empréstimo, nem plano, nem salário. E não tendo salário em dia, continuaremos na confusão. E nessa confusão, não tenho dúvidas de que, em mais cinco meses, vamos viver um ambiente de impeachment"; conforme reforçou o deputado, "o que o Rio tem para garantir um empréstimo de R$ 3,5 bilhões são as ações da Cedae" (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio 247 - O deputado estadual Jorge Picciani (PMDB) defendeu a privatização da Cedae como uma das condições para o socorro financeiro do governo federal ao Rio de Janeiro. De acordo com o parlamentar, "as ações da Cedae são o ativo que temos para dar como garantia e salvar o estado". "Sem isso, não tem empréstimo, nem plano, nem salário. E não tendo salário em dia, continuaremos na confusão. E nessa confusão, não tenho dúvidas de que, em mais cinco meses, vamos viver um ambiente de impeachment", acrescentou.

Conforme reforçou o deputado, "o que o Rio tem para garantir um empréstimo de R$ 3,5 bilhões são as ações da Cedae". Segundo ele, "o governo precisa de R$ 3,5 bilhões para acertar a folha e seguir em frente". A entrevista foi concedida ao Globo.
 
"A Alerj já aprovou um empréstimo de R$ 1 bilhão com o Banco do Brasil, mas não pegamos porque não tínhamos aval e nosso limite de endividamento estourou. Com o alongamento da dívida, tudo melhora. O governador vai enviar, semana que vem, um pedido de autorização de empréstimo de mais de R$ 2,5 bilhões para pagamento de pessoal. Então, teremos R$ 3,5 bilhões a contrair com o Banco do Brasil", complementou.
 
Picciani, que acompanhou as negociações em Brasília a convite do presidente Michel Temer, disse ainda que o Rio vai obter R$ 3,5 bilhões em empréstimos para pagar os salários atrasados do funcionalismo. O deputado classificou a ajuda o como "coisa de pai para filho".

O peemedebista confessou que será difícil aprovar o corte de salários para aliviar os cofres públicos, mesmo que o Supremo Tribunal Federal (STF). "Nunca será uma discussão fácil nem na Alerj nem em parlamento algum do mundo", complementou.

 

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