PM condenado por tortura e ocultação de cadáver no caso Amarildo ganha liberdade condicional no Rio

Edson Raimundo dos Santos, major da Polícia Militar condenado por tortura e ocultação de cadáver do corpo do pedreiro Amarildo de Souza, recebeu o benefício da liberdade condicional. Ele foi condenado a 13 anos e sete meses de prisão

Delegado diz que podem existir outros Amarildos
Delegado diz que podem existir outros Amarildos (Foto: Agencia Brasil/Tânia Rêgo)
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247 - Edson Raimundo dos Santos,  major da Polícia Militar condenado por tortura e ocultação de cadáver do corpo do pedreiro Amarildo de Souza, recebeu o benefício da liberdade condicional. Ele foi condenado a 13 anos e sete meses de prisão.

A reportagem do portal Uol destaca que "a decisão foi tomada pela juíza Larissa Maria Nunes Barros Frankin Duarte, da Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Rio, no dia 6 de dezembro, mas só se tornou conhecida hoje. Segundo a juíza, o major, que estava em prisão domiciliar, completou o tempo necessário para receber o benefício e é réu primário."

A matéria ainda acrescenta que "o caso aconteceu na Rocinha entre os dias 13 e 14 de julho de 2013, quando agentes participavam da Operação Paz Armada, para reprimir o tráfico na comunidade da zona sul do Rio. O pedreiro estava em um bar quando foi abordado por policiais e levado para averiguação à sede da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) Rocinha, comandada por Edson Santos."

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