PMs envolvidos em morte de jovens são denunciados

O promotor Fábio Vieira,  do 2º Tribunal do Júri, denunciou por homicídio qualificado, fraude processual e posse de arma com numeração raspada quatro policiais militares envolvidos na morte dos cinco jovens de Costa Barros, no Subúrbio do Rio, em 28 de novembro; os policiais foram denunciados por atirarem nos cinco jovens e em Wilkerson Luis de Oliveira Esteves e Lourival Júnior, que acompanhavam de moto o carro onde os jovens foram mortos

O promotor Fábio Vieira,  do 2º Tribunal do Júri, denunciou por homicídio qualificado, fraude processual e posse de arma com numeração raspada quatro policiais militares envolvidos na morte dos cinco jovens de Costa Barros, no Subúrbio do Rio, em 28 de novembro; os policiais foram denunciados por atirarem nos cinco jovens e em Wilkerson Luis de Oliveira Esteves e Lourival Júnior, que acompanhavam de moto o carro onde os jovens foram mortos
O promotor Fábio Vieira,  do 2º Tribunal do Júri, denunciou por homicídio qualificado, fraude processual e posse de arma com numeração raspada quatro policiais militares envolvidos na morte dos cinco jovens de Costa Barros, no Subúrbio do Rio, em 28 de novembro; os policiais foram denunciados por atirarem nos cinco jovens e em Wilkerson Luis de Oliveira Esteves e Lourival Júnior, que acompanhavam de moto o carro onde os jovens foram mortos (Foto: Leonardo Lucena)
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Jornal do Brasil - O promotor Fábio Vieira,  do 2º Tribunal do Júri, denunciou nesta segunda-feira (14) por homicídio qualificado, fraude processual e posse de arma com numeração raspada quatro policiais militares envolvidos na morte dos cinco jovens de Costa Barros, no Subúrbio do Rio, em 28 de novembro.

O promotor denuncia os policiais por atirarem nos cinco jovens e em Wilkerson Luis de Oliveira Esteves e Lourival Júnior, que acompanhavam de moto o carro onde os jovens foram mortos. Ele pediu ainda que a 39ª DP (Pavuna), que investiga o caso, realize diligências de confronto balístico e faça a reprodução simulada dos fatos ocorridos no dia do crime, juntamente com o Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE).

Sobre a fraude processual, Fabio diz que os policiais "com o fim de induzir a erro o perito e o  juiz",prestaram falso depoimento sobre o que ocorrera, além de  também  alterarem a cena do crime. Com o uso de uma luva, eles teriam plantado um "simulacro proximo à roda dianteira do carro em que estavam as vítimas, bem como colocaram uma arma na mão da vítima Wesley", explica.

O texto também especifica que a execução ocorreu por "motivo torpe", e "em via pública, com a presença de dezenas de pessoas", com as vítimas "desarmadas e indefesas".

Os policiais Antônio Carlos Gonçalves Filho, Fábio Pizza Oliveira da Silva, Thiago Resende Viana Barbosa e Márcio Darcy Alves dos Santos permanecem presos preventivamente na Unidade Prisional da corporação, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio.

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