Podridão sem fim, diz Valente sobre assassinato na ficha de Queiroz

O deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) criticou a ligação de Jair Bolsonaro com o Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e amigo de milicianos. "Bolsonaro sempre em 'boa companhia'. Mortes e violência doméstica marcam passado de Fabrício Queiroz. A situação só piora, envolve tb Adriano da Nóbrega, o miliciano foragido que teve a mãe e esposa lotadas no gabinete de Flávio Bolsonaro. Podridão sem fim", disse

(Foto: Michel Jesus - Câmara)

247 - O deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) criticou a ligação do presidente Jair Bolsonaro com o Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e amigo de milicianos.

"Bolsonaro sempre em 'boa companhia'.  Mortes e violência doméstica marcam passado de Fabrício Queiroz. A situação só piora, envolve tb Adriano da Nóbrega, o miliciano foragido que teve a mãe e esposa lotadas no gabinete de Flávio Bolsonaro. Podridão sem fim", escreveu o parlamenta rno Twitter.

Envolvido diretamente em movimentações financeiras atípicas, Queiroz tem sua ficha pelo menos um homicídio ocorrido em 2003. Ele está envolvido ao lado de Adriano Magalhães da Nóbrega, o temido chefe da milícia de Rio das Pedras, Zona Oeste do Rio, foragido desde janeiro. 

De acordo com matéria dos jornalistas Fernando Molica, Leandro Resende e Jana Sampaio, de Veja, nos mais de 20 boletins de ocorrência e dezenas de inquéritos em que Queiroz aparece, há pelo menos dois supostos autos de resistência com sua participação, sendo um em 2002 e outro em maio de 2003, pouco depois de ele conhecer Adriano no 18º Batalhão, em Jacarepaguá, onde trabalharam juntos por apenas seis meses.  

Queiroz recrutou a mãe e a esposa do miliciano para trabalharem com ele no gabinete de Flávio Bolsonaro, quando este ainda era deputado estadual no Rio de Janeiro. O curioso é que o ex-capitão do Bope foi apontado pelo Ministério Público do Rio como integrante do chamado Escritório do Crime, grupo de matadores profissionais e que faz exploração mobiliária ilegal. A organização também é suspeita de envolvimento com o assassinato da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL), em março de 2018.

 

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