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Sudeste

Polícia diz que carro carbonizado era o mesmo dirigido pelo embaixador grego

A Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou que a placa do carro carbonizado, encontrado na tarde de hoje (29), embaixo de um viaduto do Arco Metropolitano, em Nova Iguaçu, é a mesma do veículo dirigido pelo embaixador da Grécia no Brasil, Kyriakos Amiridis; dentro do carro, foi encontrado um corpo carbonizado; O diplomata está desaparecido desde a última segunda-feira (26), quando saiu da casa da família de sua esposa, que é brasileira, no município de Nova Iguaçu. Amiridis mora em Brasília e passava férias no Rio de Janeiro, onde foi cônsul-geral de 2001 a 2004

embaixador grego carro carbonizado (Foto: Giuliana Miranda)
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Vladimir Platonow - Repórter da Agência Brasil

A Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou que a placa do carro carbonizado, encontrado na tarde de hoje (29), embaixo de um viaduto do Arco Metropolitano, em Nova Iguaçu, é a mesma do veículo dirigido pelo embaixador da Grécia no Brasil, Kyriakos Amiridis. Dentro do carro, foi encontrado um corpo carbonizado.

O delegado Evaristo Pontes, da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), também confirmou que o modelo do veículo era o mesmo dirigido pelo diplomata, mas ressaltou que só exames de perícia poderão apontar a identidade do corpo.

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“Não posso confirmar categoricamente [que era o veículo do embaixador], pois o carro estava queimado. Eu posso confirmar que tem as mesmas características, que era o mesmo modelo e ostentava uma placa igual à do carro alugado pelo embaixador. Agora, nós vamos fazer as perícias técnicas para saber se o corpo era o do embaixador”, disse Pontes.

O diplomata está desaparecido desde a última segunda-feira (26), quando saiu da casa da família de sua esposa, que é brasileira, no município de Nova Iguaçu. Amiridis mora em Brasília e passava férias no Rio de Janeiro, onde foi cônsul-geral de 2001 a 2004.

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O delegado da DHBF disse que espera chegar a conclusões sobre o caso ainda nesta sexta-feira (30): “Eu já tenho uma hipótese sobre o caso, mas prefiro não falar ainda”.

 

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