Prisão de Eike foi autorizada 11 dias antes de sua viagem

Segundo reportagem da Folha, o juiz Marcelo Bretas autorizou a prisão de Eike Batista no dia 13, mas os mandados só foram enviado à Polícia Federal na quarta-feira 25, um dia antes da Operação Eficiência, quando a Polícia Federal tentou prender o empresário e não o encontrou; Eike viajou para Nova York dois dias antes, na terça-feira 24, e é considerado foragido

SÃO PAULO, SP, 25.05.2012: EIKE BATISTA/BOLSA DE VALORES - O empresário Eike Batista participa da abertura de capital da CCX, de produção de carvão na Colômbia, no prédio da Bolsa de Valores, no centro da cidade. (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)
SÃO PAULO, SP, 25.05.2012: EIKE BATISTA/BOLSA DE VALORES - O empresário Eike Batista participa da abertura de capital da CCX, de produção de carvão na Colômbia, no prédio da Bolsa de Valores, no centro da cidade. (Foto: Danilo Verpa/Folhapress) (Foto: Gisele Federicce)

247 - A prisão do empresário Eike Batista foi autorizada 11 dias antes de o empresário viajar do Rio de Janeiro para Nova York. Alvo da Operação Eficiência, Eike é considerado foragido e é procurado pela Interpol.

O juiz Marcelo Bretas autorizou as prisões da Operação no último dia 13, mas os mandados só foram enviado à Polícia Federal na quarta-feira 25, um dia antes de a operação ser deflagrada e a Polícia Federal tentar prender o empresário, segundo reportagem da Folha de S.Paulo.

Eike viajou para Nova York dois dias antes, na terça-feira 24, do Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão). As autoridades descartaram a possibilidade de vazamento da operação. Autoridades suspeitam que ele pode ter fugido para a Alemanha, de onde dificilmente seria extraditado, por ter dupla cidadania.

A reportagem informa que, de acordo a Justiça Federal e a polícia, o tempo entre a autorização das prisões e a deflagração da operação "era o necessário para organizar a operação, que mobilizou cerca de 80 agentes".

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