Professores da UFRJ decidem manter greve

Professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) decidiram em assembleia por pequena diferença de votos, continuar a greve, iniciada no dia 23 de junho; por 267 votos a favor da manutenção da paralisação e 257 votos pelo fim da greve, os professores decidiram continuar parados; para o integrante da diretoria da Associação dos Docentes da UFRJ (Adufrj) Luciano Rodrigues Coutinho, professor de biblioteconomia, a pequena diferença na votação foi em função das posições conflitantes sobre a necessidade da greve    

Professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) decidiram em assembleia por pequena diferença de votos, continuar a greve, iniciada no dia 23 de junho; por 267 votos a favor da manutenção da paralisação e 257 votos pelo fim da greve, os professores decidiram continuar parados; para o integrante da diretoria da Associação dos Docentes da UFRJ (Adufrj) Luciano Rodrigues Coutinho, professor de biblioteconomia, a pequena diferença na votação foi em função das posições conflitantes sobre a necessidade da greve
 
 
Professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) decidiram em assembleia por pequena diferença de votos, continuar a greve, iniciada no dia 23 de junho; por 267 votos a favor da manutenção da paralisação e 257 votos pelo fim da greve, os professores decidiram continuar parados; para o integrante da diretoria da Associação dos Docentes da UFRJ (Adufrj) Luciano Rodrigues Coutinho, professor de biblioteconomia, a pequena diferença na votação foi em função das posições conflitantes sobre a necessidade da greve     (Foto: Leonardo Lucena)
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Vladimir Platonow - Repórter da Agência Brasil

Professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) decidiram em assembleia, nesta quarta-feira (12), por pequena diferença de votos, continuar a greve, iniciada no dia 23 de junho. Por 267 votos a favor da manutenção da paralisação e 257 votos pelo fim da greve, os professores decidiram continuar parados.

Para o integrante da diretoria da Associação dos Docentes da UFRJ (Adufrj) Luciano Rodrigues Coutinho, professor de biblioteconomia, a pequena diferença na votação foi em função das posições conflitantes sobre a necessidade da greve. "O resultado foi apertado. Há uma discussão na universidade sobre os rumos, mas é fundamental que nesse cenário o indicativo é de crescimento na greve nacional. Esta semana, mais quatro universidades federais entraram em greve, totalizando 47", disse Coutinho.

O líder sindical citou como dificuldade para o setor da educação os cortes orçamentários em torno de R$ 10 bilhões. A próxima assembleia de professores da UFRJ foi marcada para o dia 21 de agosto. Com a greve, estão sem estudar na UFRJ cerca de 58 mil estudantes.

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