Programa do PMDB deixa políticos em segundo plano

Ofuscada pela rejeição ao governador do Rio, Sérgio Cabral, inserção do partido que foi ao ar em rede nacional às 20h30 desta quinta-feira preferiu usar atores para falar sobre a democracia e manifestações de rua no Brasil. Só aos 6min24s ficou claro ao telespectador a qual partido se referia o filme, com a entrada de dirigentes como o presidente do Senado, Renan Calheiros, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves e o vice-presidente da República, Michel Temer, fazendo uma saudação ao papa Francisco

Ofuscada pela rejeição ao governador do Rio, Sérgio Cabral, inserção do partido que foi ao ar em rede nacional às 20h30 desta quinta-feira preferiu usar atores para falar sobre a democracia e manifestações de rua no Brasil. Só aos 6min24s ficou claro ao telespectador a qual partido se referia o filme, com a entrada de dirigentes como o presidente do Senado, Renan Calheiros, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves e o vice-presidente da República, Michel Temer, fazendo uma saudação ao papa Francisco
Ofuscada pela rejeição ao governador do Rio, Sérgio Cabral, inserção do partido que foi ao ar em rede nacional às 20h30 desta quinta-feira preferiu usar atores para falar sobre a democracia e manifestações de rua no Brasil. Só aos 6min24s ficou claro ao telespectador a qual partido se referia o filme, com a entrada de dirigentes como o presidente do Senado, Renan Calheiros, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves e o vice-presidente da República, Michel Temer, fazendo uma saudação ao papa Francisco (Foto: Roberta Namour)
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247 – Ofuscado pela rejeição ao governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, o programa do PMDB na TV, foi ao ar em rede nacional às 20h30 ontem, evitou mais uma vez os políticos. O partido preferiu usar atores para falar sobre a democracia e os movimentos de rua no Brasil.

Por orientação da sigla, apenas aos 6min24s ficou claro ao telespectador a qual partido se refere o filme. Nesse momento apareceram dirigentes como o presidente do Senado, Renan Calheiros, e o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves. Após citações à aprovação de propostas como a que torna a corrupção crime hediondo, a que destina royalties para educação e saúde, PEC das Domésticas, ficha limpa para servidores e a derrota da PEC 37 (que limitava o Ministério Público), entre várias outras de apelo popular, uma atriz diz: "Tudo isso coloca as duas Casas do Congresso em sintonia com o que as ruas querem".

O encerramento foi marcado pelo vice-presidente da República, Michel Temer, fazendo uma saudação ao papa Francisco.

No Rio de Janeiro, propagandas do PMDB-RJ veiculadas no horário eleitoral gratuito tem exaltado mudanças implementadas no Estado, mas sem citar o governador Sérgio Cabral nem o seu vice Luiz Fernando Pezão, potencial candidato ao governo do Rio em 2014.

A estratégia do partido é dissociar essas mudanças ao governo Cabral, ameaçado de impeachment pelo abuso do helicóptero oficial e alvo de recorrentes manifestações públicas. A última pesquisa Ibope/CNI apontou uma aprovação de apenas 12%.

 

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