PSL-RJ direcionou cota feminina a empresas de assessores de Flávio Bolsonaro

O PSL-RJ direcionou R$ 49 mil de sua cota feminina nas eleições de 2018 para duas empresas ligadas a assessores de Flávio Bolsonaro envolvidos no esquema da rachadinha na Alerj

Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz
Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado | Divulgação/Polícia Civil)
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247 - O PSL do Rio de Janeiro (PSL-RJ) direcionou R$ 49 mil de sua cota feminina nas eleições de 2018 para duas empresas ligadas a assessores do senador Flávio Bolsonaro envolvidos no esquema da rachadinha na (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), onde o parlamentar cumpria mandato de deputado estadual antes de ser eleito para o Senado. O valor representa mais de 10% da verba total para as mulheres candidatas. De 33 postulantes do diretório estadual, 27 devolveram metade de suas verbas eleitorais para essas empresas. 

De acordo com informações publicadas pelo portal Uol, dez candidatas apresentam indícios de fraude contábil e duas tiveram suspeita de falsificação de assinaturas. 

Uma das empresas contratadas é a Alê Soluções e Eventos, que pertence a Alessandra Oliveira, assessora de Flávio Bolsonaro na Alerj e, ao mesmo tempo, primeira-tesoureira do partido no Rio.

A outra empresa é Jorge Domingues Sociedade Individual Advocacia, ligada a Luis Gustavo Botto Maia, advogado eleitoral do filho do presidente da República.

O Ministério Público do Rio de Janeiro investiga Alessandra e Botto Maia por suposta participação no esquema de repartição ilegal de salários de funcionários do gabinete de Flávio, quando ele era deputado estadual.

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