PSOL encaminha expulsão de Cabo Daciolo

Deputado Cabo Daciolo (RJ) está suspenso do PSOL desde 26 de março e deve ser expulso no próximo fim de semana, em deliberação realizada pela executiva nacional do partido; parlamentar apresentou na Câmara um projeto que estabelece que "todo o poder emana de deus", e não "do povo", como é atualmente; atitude foi considerada incompatível com a ideologia do PSOL; o congressista, que é evangélico, já havia defendido os policiais acusados de assassinar o ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza em 2013 no Rio

Deputado Cabo Daciolo (RJ) está suspenso do PSOL desde 26 de março e deve ser expulso no próximo fim de semana, em deliberação realizada pela executiva nacional do partido; parlamentar apresentou na Câmara um projeto que estabelece que "todo o poder emana de deus", e não "do povo", como é atualmente; atitude foi considerada incompatível com a ideologia do PSOL; o congressista, que é evangélico, já havia defendido os policiais acusados de assassinar o ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza em 2013 no Rio
Deputado Cabo Daciolo (RJ) está suspenso do PSOL desde 26 de março e deve ser expulso no próximo fim de semana, em deliberação realizada pela executiva nacional do partido; parlamentar apresentou na Câmara um projeto que estabelece que "todo o poder emana de deus", e não "do povo", como é atualmente; atitude foi considerada incompatível com a ideologia do PSOL; o congressista, que é evangélico, já havia defendido os policiais acusados de assassinar o ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza em 2013 no Rio (Foto: Leonardo Lucena)
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Portal Forum - O deputado Cabo Daciolo (RJ) está suspenso do PSOL desde 26 de março e deve ser expulso no próximo fim de semana, em deliberação realizada pela executiva nacional do partido. A situação ficou mais séria quando o parlamentar apresentou na Câmara a PEC 12/2015 – apelidada por ele de "PEC dos Apóstolos" –, que modifica o artigo 1º da Constituição de modo a estabelecer que "todo o poder emana de deus", e não "do povo", como é atualmente. A atitude foi considerada incompatível com a ideologia do PSOL.

Uma semana antes, o deputado – que é evangélico e bastante ligado aos militares – já havia se envolvido em outra polêmica, ao defender os policiais acusados de assassinar o ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza em 2013, no Rio de Janeiro. Apesar do mal-estar criado com esses episódios, Daciolo afirma que pretende permanecer no partido e já fez sua defesa junto à Comissão de Ética do PSOL, que elaborou um parecer a ser submetido à cúpula partidária.

*Com informações do Congresso em Foco

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