Queiroz tinha “lista” de contatos para ajudá-lo em prisão, aponta investigação

Investigadores disseram que Fabrício Queiroz tinha “uma caderneta com anotações sobre pessoas que poderiam ajudá-lo caso fosse preso no batalhão prisional da Polícia Militar”

Fabrício Queiroz deixa o Instituto Médico Legal em São Paulo na manhã desta quinta-feira (18)
Fabrício Queiroz deixa o Instituto Médico Legal em São Paulo na manhã desta quinta-feira (18) (Foto: Reprodução/TV Globo)
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247 - Os investigadores responsáveis pelo caso Fabrício Queiroz informaram que o ex-assessor de Flávio Bolsonaro não está preso no Batalhão Especial Prisional (BEP) porque ele tinha “uma caderneta com anotações manuscritas sobre pessoas que supostamente poderiam ajudá-lo caso fosse preso no batalhão prisional da Polícia Militar”. A informação é do portal G1.

“(...) determina à Secretaria de Administração Penitenciária – SEAP, que encaminhe o referido investigado para uma unidade prisional compatível com a sua segurança e o rigor da medida preventiva, preferencialmente no Complexo de Gericinó, em Bangu, estando vetada em qualquer hipótese sua custódia no Batalhão Especial Prisional – BEP”, diz trecho da decisão do juiz da 27ª Criminal do Rio.

Ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz foi preso na quinta-feira (18) em Atibaia, no interior do estado São Paulo. Ele estava no imóvel de Frederick Wassef, advogado de Flávio Bolsonaro. 

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