‘Quem nomeia sou eu’, diz Crivella sobre nomeação do filho para o governo

O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, demonstrou não se preocupar com as críticas sobre a nomeação de seu filho Marcelo Hodge Crivella como secretário da Casa Civil; "Quem nomeia sou eu. Ninguém conhece ele melhor do que eu", afirmou; Crivella já tinha feito outras nomeações polêmicas, como a do bispo Jorge Braz de Oliveira, da Igreja Universal, para o Procon; na campanha, o prefeito disse que não iria nomear membros da igreja


O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, demonstrou não se preocupar com as críticas sobre a nomeação de seu filho Marcelo Hodge Crivella como secretário da Casa Civil; "Quem nomeia sou eu. Ninguém conhece ele melhor do que eu", afirmou; Crivella já tinha feito outras nomeações polêmicas, como a do bispo Jorge Braz de Oliveira, da Igreja Universal, para o Procon; na campanha, o prefeito disse que não iria nomear membros da igreja
O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, demonstrou não se preocupar com as críticas sobre a nomeação de seu filho Marcelo Hodge Crivella como secretário da Casa Civil; "Quem nomeia sou eu. Ninguém conhece ele melhor do que eu", afirmou; Crivella já tinha feito outras nomeações polêmicas, como a do bispo Jorge Braz de Oliveira, da Igreja Universal, para o Procon; na campanha, o prefeito disse que não iria nomear membros da igreja (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, evitou falar sobre a nomeação do filho Marcelo Hodge Crivella como secretário da Casa Civil. O chefe do executivo municipal demonstrou não se preocupar com as críticas que receber. "Quem nomeia sou eu. Ninguém conhece ele (o filho) melhor do que eu", afirmou ele à imprensa após evento na cidade.

Crivella já tinha feito outras nomeações polêmicas, como a do bispo Jorge Braz de Oliveira, da Igreja Universal, para o Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor, o Procon carioca. Na campanha, o prefeito disse que não iria nomear membros da igreja.

Ao comentar sobre o rombo encontrado na Prefeitura que, segundo a gestão Crivella, foi deixada pelo seu antecessor, Eduardo Paes, o prefeito criticou empréstimos feitos nos últimos quatro anos e disse que vai enfrentar a crise. "Austeridade, criatividade e muito trabalho. O rombo é de R$ 3,2 bilhões. Mas não estou aqui para falar do passado e sim para ver o futuro. O Rio foi maior que todas crises por quais passou e vai ser maior que essa", complementou.

O secretário de educação, esporte e lazer, César Benjamin, afirmou que o rombo de R$ 4 bilhões da Prefeitura não afetará o salário de professores. De acordo com o titular da pasta, desse valor, R$ 500 milhões representam apenas gastos da secretaria.

Benjamin disse que os valores deveriam ter sido pagos pela gestão anterior e não estavam previstos no orçamento de Crivella. "O orçamento anual da educação é de R$ 6,5 bi. Com pessoal, são R$ 4,8 bi. Nos outros gastos estamos fazendo reajustes e renegociando o pagamento para pagar os salários. O pagamento dos professores é sagrado. Vamos fazer um mega projeto da qualidade de gastos da educação do município", afirmou.

O secretário também atribuiu ao governo anterior o atraso na chegada de materiais escolares. As licitações, que, segundo Benjamim, devem ser feitas com antecedência de alguns meses ficaram para janeiro e, como consequência, o kit escolar deve ficar para fevereiro ou março. "Os alunos novos, que não têm uniformes, já estão recebendo porque os antigos já têm", disse.

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