Rafael Braga deixa prisão e sorri: ‘Quero agradecer todo mundo que luta por mim’

Na quarta-feira (13), ministro do STJ considerou que o ex-catador Rafael Braga poderia cumprir a pena em casa por estar debilitado em decorrência da tuberculose; Braga ficou famoso após ser detido com um frasco de pinho sol nas manifestações de junho de 2013; a reportagem da Ponte Jornalismo acompanhou Braga até a casa dele, na zona norte do Rio: “Tô muito feliz e quero agradecer todo mundo que luta por mim”

Na quarta-feira (13), ministro do STJ considerou que o ex-catador Rafael Braga poderia cumprir a pena em casa por estar debilitado em decorrência da tuberculose; Braga ficou famoso após ser detido com um frasco de pinho sol nas manifestações de junho de 2013; a reportagem da Ponte Jornalismo acompanhou Braga até a casa dele, na zona norte do Rio: “Tô muito feliz e quero agradecer todo mundo que luta por mim”
Na quarta-feira (13), ministro do STJ considerou que o ex-catador Rafael Braga poderia cumprir a pena em casa por estar debilitado em decorrência da tuberculose; Braga ficou famoso após ser detido com um frasco de pinho sol nas manifestações de junho de 2013; a reportagem da Ponte Jornalismo acompanhou Braga até a casa dele, na zona norte do Rio: “Tô muito feliz e quero agradecer todo mundo que luta por mim” (Foto: Charles Nisz)

Rio 247 - O ex-catador de latas Rafael Braga deixou nesta sexta-feira (15/09), o Sanatório Penal, próximo à Penitenciária Alfredo Tranjan (Bangu II), na Zona Norte do Rio de Janeiro, onde cumpre pena. Com tuberculose, ele poderá ser tratado na casa de sua família, na favela Vila Cruzeiro, na Penha, também na Zona Norte, conforme noticia o site da Ponte Jornalismo.

Na quarta-feira (13), o ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Rogerio Schietti, concedeu liminar para que o ex-catador tivesse direito a prisão domiciliar, atendendo pedido da defesa de Rafael, representada pelo DDH (Instituto de Defensores de Direitos Humanos), com base no fato de que o rapaz está bastante debilitado em função da doença. Além disso, o sistema prisional enfrenta uma epidemia de tuberculose e não oferece condições adequadas para tratamento. 

No trajeto até em casa, Rafael disse como se sentia feliz, mesmo sabendo que não está livre. “Só de sair já faz muita diferença”, diz. “Tô muito feliz e quero agradecer todo mundo que luta por mim”, sorri. Em um envelope pardo, ele traz medicamentos que uma médica do Sanatório Penal lhe deu antes de ele deixar a unidade. Sua defesa está providenciando que ele seja atendido em casa, ainda nesta sexta-feira (15/09), por uma equipe da Clínica da Família Klebel de Oliveira Rocha, de Olaria, no mesmo complexo de favelas.

Confira a íntegra da reportagem no site da Ponte Jornalismo

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