Rio briga para manter 19 presos fora do estado

A Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro (VEP) trava judicial com juízes corregedores de três presídios federais para impedir o retorno ao estado de 19 presos ao estado considerado detentos de alta periculosidade; o STJ é o órgão que julgará os conflitos de competência abertos pelo titular da VEP, o juiz Eduardo Oberg; com 76 encarcerados, o Rio de Janeiro lidera a lista de estados que recorrem aos presídios federais de segurança máxima

A Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro (VEP) trava judicial com juízes corregedores de três presídios federais para impedir o retorno ao estado de 19 presos ao estado considerado detentos de alta periculosidade; o STJ é o órgão que julgará os conflitos de competência abertos pelo titular da VEP, o juiz Eduardo Oberg; com 76 encarcerados, o Rio de Janeiro lidera a lista de estados que recorrem aos presídios federais de segurança máxima
A Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro (VEP) trava judicial com juízes corregedores de três presídios federais para impedir o retorno ao estado de 19 presos ao estado considerado detentos de alta periculosidade; o STJ é o órgão que julgará os conflitos de competência abertos pelo titular da VEP, o juiz Eduardo Oberg; com 76 encarcerados, o Rio de Janeiro lidera a lista de estados que recorrem aos presídios federais de segurança máxima (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio 247 - A Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro (VEP) trava judicial com juízes corregedores de três presídios federais para impedir o retorno ao estado de 19 presos ao estado, sendo a maioria (oito) da penitenciária de Porto Velho (RO). O Superior Tribunal de Justiça (STJ) é o órgão que julgará os conflitos de competência abertos pelo titular da VEP, o juiz Eduardo Oberg. Com 76 detentos, o Rio de Janeiro lidera a lista de estados que recorrem aos presídios federais de segurança máxima.

Os corregedores dos presídios indeferiram os pedidos de renovação das prisões fora do Rio sob o argumento de que faltava a justa causa, pois os detentos ou tinham direito a benefícios, como a progressão de regime, ou demonstravam bom comportamento. A informação é do Globo.

Entre os traficantes que podem voltar estão Luiz Carlos Santino da Rocha, o Playboy, acusado de derrubar um helicóptero da Polícia Militar em outubro de 2009 na Zona Norte do Rio, e o tenente-coronel da PM Cláudio Luiz da Silva de Oliveira, acusado de ser o mentor do assassinato da juíza Patrícia Acioli, em agosto de 2011.

Também estão na lista de possível retorno ao Rio os milicianos Jerônimo Guimarães Filho, o Jerominho, seu irmão, Natalino José Guimarães, e Ricardo Teixeira Cruz, o Batman. Os três são acusados de chefiar uma quadrilha de milicianos que atua na Zona Oeste, responsável por homicídios e práticas de extorsão.

Outro criminoso perigoso é Antônio Jorge Gonçalves dos Santos, que cumpre pena em Catanduvas, no Paraná. Ele se denominou dono de pontos de drogas em boa parte das favelas de Niterói, na região metropolitana do Rio. O traficante se tornou o principal fornecedor de 60% das favelas do Rio, todas controladas por uma facção criminosa.

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