Rosinha Garotinho: “Tem ainda muita coisa para explodir”

Prefeita de Campo dos Goyatacazes e mulher do ex-governador Anthony Garotinho (PR), Rosinha Garotinho criticou a prisão do marido e disse que ela aconteceu pelo fato de ele estar denunciando "muita gente grande"; "Tem muita coisa ainda que vai explodir", anunciou; ela também disse que Garotinho "foi preso não por roubo, não é por enriquecimento ilícito, não é improbidade. É por alimentar o povo pobre"

Prefeita de Campo dos Goyatacazes e mulher do ex-governador Anthony Garotinho (PR), Rosinha Garotinho criticou a prisão do marido e disse que ela aconteceu pelo fato de ele estar denunciando "muita gente grande"; "Tem muita coisa ainda que vai explodir", anunciou; ela também disse que Garotinho "foi preso não por roubo, não é por enriquecimento ilícito, não é improbidade. É por alimentar o povo pobre"
Prefeita de Campo dos Goyatacazes e mulher do ex-governador Anthony Garotinho (PR), Rosinha Garotinho criticou a prisão do marido e disse que ela aconteceu pelo fato de ele estar denunciando "muita gente grande"; "Tem muita coisa ainda que vai explodir", anunciou; ela também disse que Garotinho "foi preso não por roubo, não é por enriquecimento ilícito, não é improbidade. É por alimentar o povo pobre" (Foto: Paulo Emílio)

Rio 247 - A prefeita de Campo dos Goyatacazes e mulher do ex-governador Anthony Garotinho (PR), Rosinha Garotinho, criticou a prisão do marido pela Policia Federal por suspeita de compra de votos nas eleições municipais e disse que "tem ainda muita coisa para explodir". Segundo ela, a prisão de Garotinho aconteceu pelo fato de ele estar denunciando "muita gente grande".

Ela chegou a citar o ex-governador Sérgio Cabral, preso nesta quinta pela Polícia Federal, além de Pezão, atual governador, Jorge Picciani, presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, e Luiz Zveiter, ex-presidente do Tribunal de Justiça.

"Isso tudo é retaliação porque ele entregou na PGR um documento com mais de mil folhas com provas contra o ex-governador Sérgio Cabral, contra Pezão (atual governador), contra o presidente da Alerj (Jorge Picciani), o ex-presidente da Alerj (Luiz Zveiter) e outras pessoas de outros poderes que ele denunciou, tudo com provas", disse Rosinha Garotinho em uma entrevista à uma rádio gaúcha.

Segundo ela, "tem muita coisa ainda que vai explodir. A República está caindo". "Muita coisa vai aparecer. Pessoas que já estão inclusive na delação de Cavendish", afirmou. Ela disse, ainda, que a prisão do marido aconteceu por conta do programa social Cheque Cidadão. "O Garotinho foi preso não por roubo, não por enriquecimento ilícito. É por alimentar o povo pobre. É diferente do Cabral. É diferente de outras pessoas que serão presas porque estão envolvidas na Lava Jato", disparou.

Ela também condenou a ação da Polícia Federal ao afirmar que "eles estão fazendo uma investigação, mas que não tem uma prova concreta até hoje. Não tem prova. O povo de Campos que acompanha isso tudo não tem uma coisa concreta até hoje. Não tem nada. [...] Eles prendem as pessoas, ou por condução coercitiva. Aí chega lá, se as pessoas não fizerem o depoimento que eles querem, eles são presos por cinco dias, renovado por mais cinco dias, podendo levar a preventiva. Tem gente que mudou quatro vezes de depoimento", afirmou.

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