Rui nega greve da PM na Bahia e diz que suposto movimento é 'político-partidário'

"Chega de colocar a sociedade em pânico, a Bahia não quer isso, a Bahia não quer ser ameaçada. A Bahia não quer ver deputado, ou líder, dizendo que vai tocar fogo em ônibus escolar. Já basta o que fizeram com nosso país. A Bahia não aceita isso. A Bahia quer trabalhar", disse o governador Rui Costa (PT)

(Foto: Manu Dias (Governo da Bahia))

247 - Em uma vídeo publicado nas redes sociais, o governador da Bahia, Rui Costa, rebateu a informação de que a Polícia Militar da Bahia esteja em greve e disse uma liderança que "quer fazer um movimento de viés político-partidário".

Ele se refere ao deputadoo deputado estadual e presidente da Associação de Praças e Bombeiros Militares da Bahia (Aspra) Marco Prisco (PSC), que reuniu um grupo de PMs e anunciou greve por tempo indeterminado.

"Chega de colocar a sociedade em pânico, a Bahia não quer isso, a Bahia não quer ser ameaçada. A Bahia não quer ver deputado, ou líder, dizendo que vai tocar fogo em ônibus escolar. Já basta o que fizeram com nosso país. A Bahia não aceita isso. A Bahia quer trabalhar", disse o governador, sem citar o nome de Prisco.

Segundo Rui Costa, o deputado é movido por uma "vaidade irracional e irresponsável" e diz que não há registro de adesão ao movimento grevista em nenhuma cidade baiana. "Não temos registro de nenhuma adesão em nenhum município da Bahia ao chamamento dessa pessoa que, repito, responde a processos na Justiça (...) Essa ação criminosa, só ele ganha. A sociedade perde, os policiais perderiam. Só ele ganha, na sua vaidade irracional e irresponsável", declarou.

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