Secretário de Saúde de São Paulo nega obrigatoriedade da vacina: "existe um incentivo, orientação"

“Não queremos discutir se você é obrigado, mas orientar o por quê seria bom tomar vacinas”, disse Jean Gorinchteyn à CNN

Médico infectologista Jean Gorinchteyn
Médico infectologista Jean Gorinchteyn (Foto: Governo de São Paulo)
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247 - Caso a Coronavac seja aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a imunização não será obrigatória, de acordo com informação do secretário de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, dada à CNN nesta terça-feira (20). A Coronavac é a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan e pela Sinovac.

“Toda a ritualística de vacinação vai entrar no Programa Nacional de Imunização e ser distribuída pelo Sistema Único de Saúde [SUS] seguindo todas as normativas. Não existe uma obrigatoriedade para o programa, existe um incentivo, orientação, sensibilização da população para isso. Não queremos discutir se você é obrigado, mas orientar o por quê seria bom tomar vacinas”, falou.

O governador de São Paulo, João Doria, havia dito que a vacinação seria sim obrigatória no estado.

Nesta terça, o Ministério da Saúde comunicou que o governo federal comprará doses da Coronavac e que o medicamento será incorporado ao Programa Nacional de Imunizações.

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