Secretário municipal de Educação pede licença do cargo

O secretário da Saúde do Município do Rio, Marco Antônio de Mattos, pediu licença do cargo por 10 dias; a confirmação aconteceu um dia após a notícia do fechamento de 11 clínicas da família na Zona Oeste, o que a prefeitura nega; de acordo com o executivo municipal, Mattos vai acompanhar o tratamento médico de um familiar;quem assume a pasta é a subsecretária geral, Ana Beatrz Busch, responderá pela pasta  

O secretário da Saúde do Município do Rio, Marco Antônio de Mattos, pediu licença do cargo por 10 dias; a confirmação aconteceu um dia após a notícia do fechamento de 11 clínicas da família na Zona Oeste, o que a prefeitura nega; de acordo com o executivo municipal, Mattos vai acompanhar o tratamento médico de um familiar;quem assume a pasta é a subsecretária geral, Ana Beatrz Busch, responderá pela pasta
 
O secretário da Saúde do Município do Rio, Marco Antônio de Mattos, pediu licença do cargo por 10 dias; a confirmação aconteceu um dia após a notícia do fechamento de 11 clínicas da família na Zona Oeste, o que a prefeitura nega; de acordo com o executivo municipal, Mattos vai acompanhar o tratamento médico de um familiar;quem assume a pasta é a subsecretária geral, Ana Beatrz Busch, responderá pela pasta   (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio 247 - O secretário da Saúde do Município do Rio, Marco Antônio de Mattos, pediu licença do cargo por 10 dias. A confirmação ocorreu um dia após a notícia o fechamento de 11 clínicas da família na Zona Oeste - a prefeitura nega. De acordo com o executivo municipal, Mattos vai acompanhar o tratamento médico de um familiar. Quem assume a pasta é a subsecretária geral, Ana Beatrz Busch, responderá pela pasta

Nesta terça-feira (1), o fim de contrato entre a secretaria municipal de saúde e a organização social Labas gerou temor entre pacientes e funcionários. O acordo sobre investimentos em clínicas da saúde tinha vigor até a última segunda-feira (31), segundo apuração feita pelo G1. A Prefeitura do Rio negou o fechamento das unidades.

O vereador Paulo Pinheiro (Psol) afirmou que 11 unidades da Zona Oeste teriam as atividades suspensas a qualquer momento. De acordo com ele, a gestão do prefeito Marcelo Crivella não teria fundos suficientes para renovar o contrato que expirou.

"Da mesma maneira que fechou a emergência do [hospital] Pinel, onze clínicas da família em Jacarepaguá estão sendo fechada pela OS Iabas. Por falta de recursos, a prefeitura falou que não tem como estender o contrato e vão fechar as clinicas da família. São 89 equipes que serão demitidas, sendo que cada equipe conta com 8 a 12 pessoas", disse Pinheiro, também ao G1.

Segundo o parlamentar, é "bastante delicada" a situação da saúde no Rio em consequência de medidas adotadas pela prefeitura no ano passado. "A gestão anterior abriu, no ano passado, 35 novas unidades, sem que orçamento previsse a verba para que funcionassem. Só isso já representa um rombo de R$ 500 milhões. Também há R$ 300 milhões já empenhados na compra de materiais para os quais não houve previsão. Só essas duas situações já representam um buraco de R$ 800 milhões de verba não prevista", afirmou.

A prefeitura informou que é falsa a informação do vereador de que haverá fechamento de Clínicas da Família. Segundo o executivo, a "saúde é prioridade do governo Marcelo Crivella. A atual administração está fazendo todo o esforço para desatar o nó do orçamento da cidade".

 

 

 

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