Segurança em presídio de Bangu é reforçada contra fuga de presos

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) reforçou a vigilância no presídio Jonas Lopes de Carvalho, Bangu 4, em Gericinó, na Zona Oeste do Rio; o governo fluminense decidiu aumentar o número de agentes penitenciários na unidade, após a informação de que detentos de uma facção paulista que cumprem pena no local tentariam fugir 

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) reforçou a vigilância no presídio Jonas Lopes de Carvalho, Bangu 4, em Gericinó, na Zona Oeste do Rio; o governo fluminense decidiu aumentar o número de agentes penitenciários na unidade, após a informação de que detentos de uma facção paulista que cumprem pena no local tentariam fugir 
A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) reforçou a vigilância no presídio Jonas Lopes de Carvalho, Bangu 4, em Gericinó, na Zona Oeste do Rio; o governo fluminense decidiu aumentar o número de agentes penitenciários na unidade, após a informação de que detentos de uma facção paulista que cumprem pena no local tentariam fugir  (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio 247 - A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) reforçou a vigilância no presídio Jonas Lopes de Carvalho, Bangu 4, em Gericinó, na Zona Oeste do Rio. O governo fluminense decidiu, na segunda-feira (17), aumentar o número de agentes penitenciários na unidade, após a informação de que detentos de uma facção paulista que cumprem pena no local tentariam fugir, segundo apuração do G1. Desde o início do mês, a Polícia Federal e as polícias do Rio e de São Paulo investigam um "racha" entre as maiores facções criminosas dos dois estados, que atuam em várias outras regiões do País. 

O rompimento entre os dois grupos criminosos preocupa as autoridades que temem uma disputa pela venda de drogas nas favelas do Rio, além de uma série de execuções em diferentes presídios espalhados pelo Brasil, onde há simpatizantes das duas facções. Pelo menos 18 presos foram mortos em diferentes rebeliões. Dez morreram em Roraima, na Penitenciária Agrícola Monte Cristo; e outros oito detentos foram sufocados na Penitenciária Êmio dos Santos, em Porto Velho.

Até quarta-feira (18), 36 presos da facção de São Paulo que estavam na Penitenciária Vicente Piragibe e na Cadeia Pública Paulo Roberto Rocha, ambas dominadas agora pela quadrilha rival, haviam sido transferidos para Bangu 4, onde a maioria dos detentos é de outra quadrilha do Rio que, assim com o grupo paulista, é rival da maior facção criminosa fluminense.

 
 

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