Servidores protestam contra pacote de medidas de Pezão

Centenas de servidores públicos estaduais do Rio de Janeiro protestam nesta sexta-feira, 4, em frente à sede da Assembleia Legislativa (Alerj) para contra o pacote de medidas anunciado pelo governador Luiz Fernando Pezão (PMDB); entre as medidas anunciadas estão suspensão de reajustes salariais, aumento das alíquotas de contribuição previdenciária, desconto de 30% dos vencimentos de inativos, fim de programas sociais e extinção de órgãos públicos

Centenas de servidores públicos estaduais do Rio de Janeiro protestam nesta sexta-feira, 4, em frente à sede da Assembleia Legislativa (Alerj) para contra o pacote de medidas anunciado pelo governador Luiz Fernando Pezão (PMDB); entre as medidas anunciadas estão suspensão de reajustes salariais, aumento das alíquotas de contribuição previdenciária, desconto de 30% dos vencimentos de inativos, fim de programas sociais e extinção de órgãos públicos
Centenas de servidores públicos estaduais do Rio de Janeiro protestam nesta sexta-feira, 4, em frente à sede da Assembleia Legislativa (Alerj) para contra o pacote de medidas anunciado pelo governador Luiz Fernando Pezão (PMDB); entre as medidas anunciadas estão suspensão de reajustes salariais, aumento das alíquotas de contribuição previdenciária, desconto de 30% dos vencimentos de inativos, fim de programas sociais e extinção de órgãos públicos (Foto: Aquiles Lins)

Rio 247 - Servidores públicos estaduais do Rio de Janeiro estão reunidos nesta sexta-feira, 4, na sede da Assembleia Legislativa (Alerj) para protestar contra o pacote de medidas anunciado pelo governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) na tentativa de equilibrar as contas públicos do estado.

Haviam representantes da Faetec, do Sindicato dos Médicos, do Sinder e dos Servidores do Sistema Penal do Estado do Rio de Janeiro.

Entre as medidas anunciadas estão suspensão de reajustes salariais já concedidos, aumento das alíquotas de contribuição previdenciária, desconto de 30% dos vencimentos de inativos para reforçar o caixa da Previdência estadual, corte de gratificações pagas a comissionados, fim de programas sociais e a extinção de órgãos públicos.

"Essas medidas são para disfarçar o governo irresponsável, penalizando os servidores e a população. As pessoas morrem sem saúde e no que se refere à educação, professores e alunos são tratados como criminosos. O Executivo e o Legislativo precisam ser investigados", afirmou ao portal G1 W. B. Lemos, que protestava usando um nariz de palhaço e um exemplar da Constituição nas mãos.

"Esse projeto é para sucatear ainda mais o serviço público, colocando no servidor o pagamento da conta por anos de má gestão da verba pública e isenções fiscais milionárias", disse o servidor Marcelo Afonso.

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