Sindicom se cala diante de acusação de fraude em combustíveis no Rio

Enquanto gasta milhares de reais veiculando nos principais jornais e revistas do país a campanha "combustível legal", que visa combater fraudes em combustíveis, o Sindicom, que representa as gigantes do mercado de distribuição de combustíveis ainda não se manifestou sobre a interdição, pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), de 16 milhões de litros de álcool adulterado com metanol no Rio de Janeiro das distribuidoras BR, Shell e Ipiranga, que são suas filiadas e principais financiadoras

Enquanto gasta milhares de reais veiculando nos principais jornais e revistas do país a campanha "combustível legal", que visa combater fraudes em combustíveis, o Sindicom, que representa as gigantes do mercado de distribuição de combustíveis ainda não se manifestou sobre a interdição, pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), de 16 milhões de litros de álcool adulterado com metanol no Rio de Janeiro das distribuidoras BR, Shell e Ipiranga, que são suas filiadas e principais financiadoras
Enquanto gasta milhares de reais veiculando nos principais jornais e revistas do país a campanha "combustível legal", que visa combater fraudes em combustíveis, o Sindicom, que representa as gigantes do mercado de distribuição de combustíveis ainda não se manifestou sobre a interdição, pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), de 16 milhões de litros de álcool adulterado com metanol no Rio de Janeiro das distribuidoras BR, Shell e Ipiranga, que são suas filiadas e principais financiadoras (Foto: Aquiles Lins)

Rio 247 - O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom) do Rio de Janeiro, vive uma contradição.

Enquanto gasta milhares de reais veiculando nos principais jornais e revistas do país a campanha "combustível legal", que visa combater fraudes em combustíveis, ainda não se manifestou sobre a interdição, pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), de 16 milhões de litros de álcool adulterado com metanol no Rio de Janeiro das distribuidoras BR, Shell e Ipiranga, que são suas filiadas e principais financiadoras.

De acordo com a legislação do estado do Rio, as empresas podem ter suas inscrições estaduais cassadas por adquirir, distribuir, transportar, revender ou estocar etanol em desacordo com as especificações.

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