Sobrinho de cadeirante jogado de viaduto em SP fala sobre crueldade do crime: ‘Não tinha como se defender’

"Ele [Luiz Antônio] sem dúvida tinha alguma força nos braços, mas não teria como se defender diante de um agressor que não tem problemas físicos", afirmou o vendedor Maycon Barreto, de 24 anos, sobrinho do cadeirante Luiz Antônio Barreto, que morreu após ser jogado de cima de um viaduto numa suposta tentativa de assalto, em Bauru (SP)

(Foto: Reprodução)
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247 - O vendedor Maycon Barreto, de 24 anos, sobrinho do cadeirante Luiz Antônio Barreto, que morreu nesta quinta-feira (29) após ser jogado de cima de um viaduto numa suposta tentativa de assalto, em Bauru (SP), lamentou a crueldade com que seu tio foi assassinado.

De acordo com o vendedor, o tio, que tinha quatro filhos e três netos, vivia nas ruas por conta de problemas com vícios de álcool e drogas. Ele disse que Luiz Antônio perdeu as duas pernas há 14 anos em um acidente na linha do trem que corta a região central de Bauru. Os relatos foram publicados pelo portal G1.

"Ele [Luiz Antônio] sem dúvida tinha alguma força nos braços, mas não teria como se defender diante de um agressor que não tem problemas físicos. Ele podia até tentar se defender, mas seria em vão", explica o vendedor, que também é atleta praticante de kickboxing e que se prepara para tentar entrar no MMA.

"Nós da família ficamos muito chateados, mesmo com ele não convivendo mais com a gente. Entre a bebida e a família, ele escolheu a bebida. Mas é irmão do meu pai, é nosso sangue. Ele não era uma pessoa ruim, apenas um pouco marrento", acrescentou.

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