SP: materiais apreendidos que iriam ser vendidos clandestinamente serão repassados para profissionais de saúde e polícia

Juíza do Departamento de Inquéritos Policiais da Capital (Dipo) de São Paulo, Patrícia Alvarez Cruz, determinou repasse de materiais de proteção e detecção do coronavírus para a Secretaria Estadual de Saúde e a policiais da Delegacia-Geral de Polícia

(Foto: Reuters)
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247 - Juíza do Departamento de Inquéritos Policiais da Capital (Dipo) de São Paulo, Patrícia Alvarez Cruz, determinou repasse de materiais de proteção e detecção do coronavírus, apreendidos na semana passada e que seriam negociados clandestinamente, para a Secretaria Estadual de Saúde e a policiais da Delegacia-Geral de Polícia.

Para a juíza, “trata-se de receptação qualificada de grande quantidade de material indispensável para o combate de uma pandemia que assola o planeta, com, segundo a Universidade Johns Hopkins, mais de dois milhões de infectados no mundo, mais de cem mil mortos".

Segundo ela, os 14 suspeitos, aproveitando-se da calamidade pública, com “intuito de lucro", teriam desviado material que poderia "salvar milhares de vidas", de forma que é "intensa a reprovabilidade da sua conduta, a justificar a manutenção da custódia para a garantia da ordem pública".

A entrega dos produtos às autoridades será feita em 24 horas. A Secretaria da Saúde receberá mais de 20 mil frascos de álcool em gel, 52 mil toucas, 25 mil máscaras, 139 galões de álcool líquido e 2.200 termômetros; e a Delegacia-Geral de Polícia receberá mais de 6 mil frascos de álcool em gel, 45 mil máscaras, e 139 galões de álcool líquido.

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