Sucessor de Beltrame assume secretaria com dívida de R$ 100 milhões

O novo secretário de Segurança do Rio, Roberto Sá, de 49 anos, toma posse numa pasta com dívida de R$ 100 milhões; segundo cálculos de técnicos do governo, se o valor for somado com o déficit das polícias Civil e Militar, o rombo atinge R$ 500 milhões; a maior parte da dívida se refere a atrasos no pagamento de fornecedores de equipamentos para as polícias e a contas que não foram pagas; o novo titular da pasta terá que administrar duas polícias sem previsão de pagamento de salários para o fim do ano

O novo secretário de Segurança do Rio, Roberto Sá, de 49 anos, toma posse numa pasta com dívida de R$ 100 milhões; segundo cálculos de técnicos do governo, se o valor for somado com o déficit das polícias Civil e Militar, o rombo atinge R$ 500 milhões; a maior parte da dívida se refere a atrasos no pagamento de fornecedores de equipamentos para as polícias e a contas que não foram pagas; o novo titular da pasta terá que administrar duas polícias sem previsão de pagamento de salários para o fim do ano
O novo secretário de Segurança do Rio, Roberto Sá, de 49 anos, toma posse numa pasta com dívida de R$ 100 milhões; segundo cálculos de técnicos do governo, se o valor for somado com o déficit das polícias Civil e Militar, o rombo atinge R$ 500 milhões; a maior parte da dívida se refere a atrasos no pagamento de fornecedores de equipamentos para as polícias e a contas que não foram pagas; o novo titular da pasta terá que administrar duas polícias sem previsão de pagamento de salários para o fim do ano (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - O novo secretário de Segurança do Rio, Roberto Sá, de 49 anos, toma posse nesta segunda-feira (17) numa pasta com dívida de R$ 100 milhões. Segundo cálculos de técnicos do governo, se o valor for somado com o déficit das polícias Civil e Militar, o rombo atinge R$ 500 milhões. A maior parte da dívida se refere a atrasos no pagamento de fornecedores de equipamentos para as polícias e a contas que não foram pagas. O novo titular da pasta terá que administrar duas polícias sem previsão de pagamento de salários para o fim do ano.

Roberto Sá falou da intenção de retomar o programa de metas, implantado durante a gestão Beltrame, que media o desempenho dos policiais e dava prêmios a quem atingisse metas estipuladas pela secretaria, segundo o G1. A escolha dos nomes para chefiar a Polícia Civil e outro para comandar a Polícia Militar (PM) também passa por definir quem está mais apto a cobrar desempenho dos agentes. O secretário procurou um gestor capaz de motivar as tropas sem previsão de investimento neste fim de ano.

Roberto Sá ocupou a Subsecretaria Operacional da Secretaria de Segurança do Rio durante toda a gestão Beltrame e foi major da Polícia Militar (PM-RJ).

Depois de se envolver em um caso de auto de resistência na favela de Manguinhos, na Zona Norte do Rio, Sá deixou o Bope (Batalhão de Operações Especiais) e passou a ser lotado em outras instituições. Entre elas, a Assembleia Legislativa (Alerj).

 

Conheça a TV 247

Mais de Sudeste

Ao vivo na TV 247 Youtube 247