Superfaturamento no Maracanã pode gerar bloqueio de R$ 198 milhões

O pedido foi feito pelo Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, que pediu o bloqueio nas contas das empreiteiras Odebrecht e Andrade Gutierrez; as duas relataram ter pago propinas ao ex-governador Sergio Cabral e a alguns de seus secretários nas obras de reforma do Maracanã, cujo custo saltou de R$ 700 milhões para R$ 1,2 bilhão; no caso da Andrade, foi apontada uma mesada de R$ 350 mil ao ex-governador, que nega ter recebido vantagens indevidas; o caso será julgado nesta terça-feira

O pedido foi feito pelo Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, que pediu o bloqueio nas contas das empreiteiras Odebrecht e Andrade Gutierrez; as duas relataram ter pago propinas ao ex-governador Sergio Cabral e a alguns de seus secretários nas obras de reforma do Maracanã, cujo custo saltou de R$ 700 milhões para R$ 1,2 bilhão; no caso da Andrade, foi apontada uma mesada de R$ 350 mil ao ex-governador, que nega ter recebido vantagens indevidas; o caso será julgado nesta terça-feira
O pedido foi feito pelo Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, que pediu o bloqueio nas contas das empreiteiras Odebrecht e Andrade Gutierrez; as duas relataram ter pago propinas ao ex-governador Sergio Cabral e a alguns de seus secretários nas obras de reforma do Maracanã, cujo custo saltou de R$ 700 milhões para R$ 1,2 bilhão; no caso da Andrade, foi apontada uma mesada de R$ 350 mil ao ex-governador, que nega ter recebido vantagens indevidas; o caso será julgado nesta terça-feira (Foto: Leonardo Attuch)

Rio 247 – Uma reportagem dos jornalistas Chico Otávio e Juliana Castro informa que as empreiteiras Odebrecht e Andrade Gutierrez podem sofrer um bloqueio judicial de R$ 198 milhões em suas contas.

O motivo é o superfaturamento nas obras do Maracanã para a Copa de 2014, cujo custo saltou de R$ 700 milhões para R$ 1,2 bilhão.

O pedido foi feito pelo Tribunal de Contas do Rio de Janeiro e será julgado nesta terça-feira, com voto favorável do conselheiro José Gomes Graciosa.

As duas relataram ter pago propinas ao ex-governador Sergio Cabral e a alguns de seus secretários nas obras de reforma do Maracanã. No caso da Andrade, foi apontada uma mesada de R$ 350 mil ao ex-governador, que nega ter recebido vantagens indevidas.

A Delta, atingida pela Operação Saqueador, também participou das obras de reforma do Maracanã.

 

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