Suspeito de participação no assassinato de Marielle, Brazão tinha apadrinhado na chefia da Alerj

Domingos Inácio Brazão, que foi denunciado pelo PGR acusado de fraudar as investigações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco, ccolocou um apadrinhado no comando de um contrato milionário na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro

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247 - Denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) acusado de fraudar as investigações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco, conselheiro afastado do Tribunal Contas do Estado do Rio de Janeiro, Domingos Inácio Brazão é ex-vereador e ex-deputado estadual, mas continua tendo força política. Ccolocou um apadrinhado no comando de um contrato milionário na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, o apadrinhando de Brazão é o ex-assistente de câmera Luciano Silva de Souza, que se transformou em chefe da TV Alerj, após ter atuado em recentes campanhas eleitorais do PSL, como a do hoje senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente.

Com a empresa terceirizada, a Digilab, Luciano tem o comando das decisões de uma verba de cerca de R$ 800 mil mensais (quase R$ 10 milhões anuais). Mas a possível migração para o canal aberto deve ampliar o custo do contrato para R$ 1,3 milhão ao mês (cerca de 16 milhões/ano).

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