Suspeitos de racismo contra Taís são soltos

Os três suspeitos de terem promovido ataques raciais contra a atriz Taís Araújo na internet foram soltos nesse fim de semana; eles foram presos durante uma operação realizada em sete estados brasileiros; eles terão que se apresentar sempre que forem convocados, e ficam proibidos de trocarem de endereço sem avisar; eles responderão pelos crimes de racismo, injúria racial e por formação de quadrilha; a pena pode chegar a 12 anos

Os três suspeitos de terem promovido ataques raciais contra a atriz Taís Araújo na internet foram soltos nesse fim de semana; eles foram presos durante uma operação realizada em sete estados brasileiros; eles terão que se apresentar sempre que forem convocados, e ficam proibidos de trocarem de endereço sem avisar; eles responderão pelos crimes de racismo, injúria racial e por formação de quadrilha; a pena pode chegar a 12 anos
Os três suspeitos de terem promovido ataques raciais contra a atriz Taís Araújo na internet foram soltos nesse fim de semana; eles foram presos durante uma operação realizada em sete estados brasileiros; eles terão que se apresentar sempre que forem convocados, e ficam proibidos de trocarem de endereço sem avisar; eles responderão pelos crimes de racismo, injúria racial e por formação de quadrilha; a pena pode chegar a 12 anos (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - Os três suspeitos de terem promovido ataques raciais contra a atriz Taís Araújo na internet foram soltos nesse fim de semana. Eles foram presos na quarta-feira (16) durante uma operação realizada em sete estados brasileiros — Rio, São Paulo, Minas, Paraná, Santa Catarina, Bahia e Rio Grande do Sul — para cumprir quatro mandados de prisão e 11 de busca e apreensão.

A decisão da 23ª Vara Criminal do Rio de Janeiro transformou as prisões temporárias em medidas cautelares. Francisco Pereira da Silva Júnior, Pedro Vitor Siqueira da Silva e Thiago Zanfolin terão que se apresentar sempre que forem convocados, e ficam proibidos de trocarem de endereço sem avisar.

Os três responderão pelos crimes de racismo, injúria racial e por formação de quadrilha. A pena pode chegar a 12 anos. As investigações foram concluídas e o inquérito foi entregue à Justiça.

O titular da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática do Rio, Alessandro Thiers, informou durante coletiva de imprensa após a prisão do grupo que o objetivo deles era chamar atenção.

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