Tarso diz que fará frente de esquerda no Rio em 2016

"Nós temos agora que atravessar uma eleição municipal, e o Rio de Janeiro tem uma importância muito grande nesse processo, por aglutinar uma candidatura popular e democrática que cria um simbolismo político novo para o País", declarou o ex-governador do Rio Grande do Sul Tarso Genro, em debate na Uerj; "O Rio tem forças políticas dentro dos partidos de esquerda com condições de promover uma nova unidade, uma nova frente política para revigorar o projeto de esquerda. Vejo lideranças de vários partidos capazes de fazer isso", completou

PORTO ALEGRE, RS, BRASIL, 02.02.14: Governador Tarso Genro em coletiva de imprensa sobre a greve do rodoviários de Porto Alegre. Foto: Gustavo Gargioni/Especial Palácio Piratini
PORTO ALEGRE, RS, BRASIL, 02.02.14: Governador Tarso Genro em coletiva de imprensa sobre a greve do rodoviários de Porto Alegre. Foto: Gustavo Gargioni/Especial Palácio Piratini (Foto: Roberta Namour)
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247 – Em um debate sobre reforma política, na terça-feira (12), na Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), ao lado do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ), o ex-governador do Rio Grande do Sul Tarso Genro anunciou que fará uma frente de esquerda no Rio, onde deve se instalar por um tempo. 

"Nós temos agora que atravessar uma eleição municipal, e o Rio de Janeiro tem uma importância muito grande nesse processo, por aglutinar uma candidatura popular e democrática que cria um simbolismo político novo para o País", declarou.

"O Rio tem forças políticas dentro dos partidos de esquerda com condições de promover uma nova unidade, uma nova frente política para revigorar o projeto de esquerda. Vejo lideranças de vários partidos capazes de fazer isso", completou.

Sobre o cenário econômico, ele voltou a dizer que o ajuste fiscal deve ser direcionado às classes mais altas e inclua medidas como a taxação de grandes fortunas e de heranças e a reestruturação do Imposto de Renda.

"Se nós [a esquerda] não respondermos, no plano nacional, de que forma vamos reorganizar o processo econômico do País [...], dificilmente vamos ter condições de sair do tipo de ajuste que está sendo feito neste momento, que é o ajuste tradicional e que gera, inclusive a nós do Partido dos Trabalhadores, pelo menos da parte do partido da qual eu participo, um constrangimento impossível de ser digerido", afirmou.

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