Jilmar Tatto: o PT é um partido de chegada e vai vencer em São Paulo

Pré-candidato a prefeito na cidade de São Paulo, Jilmar Tatto afirmou que o “PT tem extensa capilaridade” na metrópole e “total condições de vencer o pleito eleitoral”. “Até começar a campanha na TV e rádio será assim mesmo, não sou um nome conhecido como Boulos ou Marta Suplicy”, disse o petista. Assista à entrevista ele ao Bom Dia 247 desta quinta

Jilmar Tatto
Jilmar Tatto (Foto: Brasil247)
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247 - Pré-candidato a prefeito na cidade de São Paulo pelo Partido dos Trabalhadores, o ex-deputado Jilmar Tatto possui em sua biografia duas gestões municipais como Secretário de Transporte, nas prefeituras de Marta Suplicy e Fernando Haddad, participando de ações como a implementação do Bilhete Único e aplicação de ciclofaixas. Em entrevista ao Bom Dia 247 nesta quinta-feira (23), Tatto defendeu a “força eleitoral do PT” na cidade e disse que possui “conhecimento e experiência para ser prefeito” do maior município do país. 

Questionado sobre as pesquisas que indicam ter 1% das intenções de voto, Tatto argumentou que “vencerá as eleições pela extensa capilaridade do PT em São Paulo”. “O partido está organizado em 37 zonais, tem 170 mil filiados na cidade, temos a maior bancada na Câmara e já elegemos três prefeitos”. 

O ex-secretário também salientou que, “até começar a campanha na TV e rádio, será assim mesmo”, referindo-se à popularidade de seu nome perante o eleitorado. “Eu não sou um cara conhecido, as pessoas precisam saber que o PT tem candidato”, acrescentou. 

“Veja Boulos e Marta Suplicy, são nomes conhecidos nacionalmente, por isso vejo tal fenômeno como natural”, destacou. 

Ele ainda apontou na entrevista que existe uma grande esforço da grande mídia para “desqualificar e minimizar candidaturas do PT”. 

Questionado sobre o distânciamento do PT das periferias, Tatto disse ter “larga trajetória de militância nas comunidades base na cidade” e defendeu que “umas das razões de sua candidatura é a reaproximação do PT com as periferias”. “Estamos dialogando, construindo propostas com a população e compondo grupos de trabalho, fazendo levantamento das demandas mais urgentes da cidade”. 

Respostas à pandemia 

Tatto defendeu a revisão da “lógica atual de consumo”, uma política de “economia solidária” na cidade para enfrentar a crise econômica e social intensificada no cenário de pandemia. “Podemos criar cooperativas, por exemplo, vou citar os uniformes escolares. Ao invés de contratarmos grandes empresas, vamos acionar um grupo de costureiros, através das subprefeituras, gerando renda local” e também citou a renda básica como "instrumento de incentivo" para que a população consuma nas regiões onde residem. “Estou estudando também a aplicação de bancos comunitários com moedas locais”. 

O petista também tem como meta “a nova lógica de trabalho e estudo no cenário de pandemia, pensando no transporte público sustentável, investimento na instalação de banda larga nas casas, além de de fornecer computadores aos estudantes”. 

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