Trabalhadores passam mal em contato com carvão para tratamento de água no Rio na Cedae

Um deles desmaiou após inalar o pó do carvão. Sindicato da categoria denuncia condições insalubres de trabalho na estatal de Wilson Witzel

(Foto: Sintsama)
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Revista Fórum - Trabalhadores terceirizados da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae), alguns deles conveniados à Fundação Santa Cabrini, que atua na inserção de reeducandos no mercado de trabalho, estão trabalhando em condições insalubres na estação de tratamento de água do Rio Guandu. Funcionários passaram mal ao manusear carvão ativado, sendo que um deles desmaiou.

A função dos trabalhadores na estatal é adicionar o carvão ativado em uma máquina que faz a mistura da substância na água. No entanto, de acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saneamento e Meio Ambiente do Rio (Sintsama-RJ), Humberto Lemos, a Cedae explorou a condição dos trabalhadores como terceirizados e reeducandos para inseri-los em condições insalubres de trabalho.

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