Uso de máscara mostra arrependimento, afirma guarda municipal sobre desembargador que o agrediu

"A forma mais sincera do pedido de desculpa foi ele, dias após, andar de máscara pela orla de Santos", afirmou o guarda municipal Cícero Hilário em referência ao desembargador do TJ-SP Eduardo Siqueira em Santos, que o agrediu ao ser multado devido ao não uso do equipamento de proteção contra o coronavírus

Eduardo Siqueira
Eduardo Siqueira (Foto: Reprodução)
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247 - Agredido pelo desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) Eduardo Siqueira em Santos, o guarda municipal Cícero Hilário disse que o fato de o magistrado ter aparecido usando máscara caminhando pela orla demonstrou arrependimento por ter humilhado o agente ao ser multado devido ao não uso do equipamento de proteção contra o coronavírus. 

"Eu acredito que ele se arrependeu, sim, sobre o ocorrido. Mas a forma mais sincera do pedido de desculpa foi ele, dias após, andar de máscara pela orla de Santos. Acredito que isso aí foi uma demonstração de arrependimento", afirmou Cícero em entrevista à TV Globo nesta quarta-feira (29).

Neste mês de julho, o magistrado arrumou confusão em Santos (SP) ao ser multado depois de ser abordado por agentes da GCM por descumprir um decreto municipal sobre uso obrigatório de máscaras faciais. Ele chamou o guarda de 'analfabeto', rasgou a multa e jogou o papel no chão.  

O guarda afirmou que não teve medo de retaliação do desembargador ao fazer a abordagem. "Em nenhum momento tive receio com algo que poderia ocorrer, até porque fui totalmente legal no ato e não o destratei".

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