Wadih: fascistas mandaram recado para Lula, ao acorrentar Cabral

O deputado Wadih Damous (PT-RJ) avalia que a Lava Jato mandou um recado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e às forças democráticas do País, ao algemar o ex-governador Sergio Cabral e acorrentar seus pés, num tratamento semelhante ao que era dispensado aos escravos; "Eu me dirijo a todos aqui que prezam direitos humanos e querem dias melhores para o Brasil. Isso que aconteceu é um recado para todos nós. Essa turma aí, Sergio Moro, Marcelo Bretas, Deltan Dallagnol, essa gangue de fascistas, está mandando recado para nós. Olha o que pode acontecer com o presidente de vocês. Olha o que pode acontecer com Lula e com todos os políticas que se meterem a bestas. Nossa luta contra o fascismo não pode ter trégua", diz ele

O deputado Wadih Damous (PT-RJ) avalia que a Lava Jato mandou um recado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e às forças democráticas do País, ao algemar o ex-governador Sergio Cabral e acorrentar seus pés, num tratamento semelhante ao que era dispensado aos escravos; "Eu me dirijo a todos aqui que prezam direitos humanos e querem dias melhores para o Brasil. Isso que aconteceu é um recado para todos nós. Essa turma aí, Sergio Moro, Marcelo Bretas, Deltan Dallagnol, essa gangue de fascistas, está mandando recado para nós. Olha o que pode acontecer com o presidente de vocês. Olha o que pode acontecer com Lula e com todos os políticas que se meterem a bestas. Nossa luta contra o fascismo não pode ter trégua", diz ele
O deputado Wadih Damous (PT-RJ) avalia que a Lava Jato mandou um recado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e às forças democráticas do País, ao algemar o ex-governador Sergio Cabral e acorrentar seus pés, num tratamento semelhante ao que era dispensado aos escravos; "Eu me dirijo a todos aqui que prezam direitos humanos e querem dias melhores para o Brasil. Isso que aconteceu é um recado para todos nós. Essa turma aí, Sergio Moro, Marcelo Bretas, Deltan Dallagnol, essa gangue de fascistas, está mandando recado para nós. Olha o que pode acontecer com o presidente de vocês. Olha o que pode acontecer com Lula e com todos os políticas que se meterem a bestas. Nossa luta contra o fascismo não pode ter trégua", diz ele (Foto: Leonardo Attuch)

Rio 247 – O deputado Wadih Damous (PT-RJ) avalia que a Lava Jato mandou um recado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e às forças democráticas do País, ao algemar o ex-governador Sergio Cabral e acorrentar seus pés, num tratamento semelhante ao que era dispensado aos escravos.

"Eu me dirijo a todos aqui que prezam direitos humanos e querem dias melhores para o Brasil. Isso que aconteceu é um recado para todos nós. Essa turma aí, Sergio Moro, Marcelo Bretas, Deltan Dallagnol, essa gangue de fascistas, está mandando recado para nós. Olha o que pode acontecer com o presidente de vocês. Olha o que pode acontecer com Lula e com todos os políticas que se meterem a bestas. Nossa luta contra o fascismo não pode ter trégua, não pode ter quartel. O sistema de justiça brasileiro é fascista e tem que ser enfrentado", disse ele.

Damous deixou claro que não fazia a defesa de Cabral, mas da Justiça e dos direitos humanos. "Pouco importa o apreço que se tenha por Sergio Cabral ou o desapreço que se tenha por ele. Sergio Cabral é homem destituído de tudo. Não tem mais nada e foi tratado como se fosse um perigoso terrorista", afirmou.

Segundo o parlamentar, estão criando um ambiente para agredir também a Lula. "Estão fazendo isso com Sergio Cabral e com Paulo Maluf para ganhar parte dos idiotas da classe média. E depois, quando fizerem com a gente, vão dizer que foram isentos. Não nos iludamos. Temos que ir para o enfrentamento", afirmou.

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