Zema faz chantagem em Minas e diz que única alternativa para pagar 13º do funcionalismo é privatizar a Codemig

O governo de Minas Gerais, comandado por Romeu Zema (Novo), estuda privatizar a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) para garantir ao estado o 13º do funcionalismo público. O estado tem déficit orçamentário desde 2015

Romeu Zema
Romeu Zema (Foto: Pedro Gontijo / Imprensa MG)
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247 - O governo de Minas Gerais, comandado por Romeu Zema (Novo), afirmou que a única alternativa para pagar o 13º do funcionalismo público é a privatização da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig). O último salário do ano não será pago pela terceira vez consecutiva no estado. A previsão orçamentária enviada por Zema ao Legislativo estadual para 2021 prevê déficit de R$ 11 bilhões. O Estado tem déficit orçamentário desde 2015. 

A Assembleia Legislativa precisaria aprovar a sugestão do governo para privatizar a Codemig. A medida ainda não foi colocada em votação. 

Outra possibilidade de injeção de dinheiro no estado pode vir da Vale. O governo, o Ministério Público e a Defensoria Pública cobram da mineradora indenização por danos à economia e danos morais coletivos pela tragédia de 2019 em Brumadinho (MG). 

"A Vale ofereceu R$ 21 bilhões e nós estamos pedindo R$ 54 bilhões", disse ao jornal Valor Econômico o secretário-geral do governo de Minas Gerais, Mateus Simões. 

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