Zuenir se espanta com a compulsão de Cabral pelo roubo

"Os que o conhecem desde pequeno não entendem esse desvio de conduta de um jovem político de sucesso, com uma trajetória que prometia levá-lo a disputar até a Presidência da República. Que mecanismo psicológico — que compulsão, que impulso insaciável — pode fazer alguém acumular e querer cada vez mais, mesmo sabendo que podia ter parado há muito tempo, quando a grana adquirida já dava para bancar os gastos perdulários e o consumo conspícuo de um casal ostentação?", escreve Zuenir Ventura  em sua coluna nesta quarta (1) em O Globo

"Os que o conhecem desde pequeno não entendem esse desvio de conduta de um jovem político de sucesso, com uma trajetória que prometia levá-lo a disputar até a Presidência da República. Que mecanismo psicológico — que compulsão, que impulso insaciável — pode fazer alguém acumular e querer cada vez mais, mesmo sabendo que podia ter parado há muito tempo, quando a grana adquirida já dava para bancar os gastos perdulários e o consumo conspícuo de um casal ostentação?", escreve Zuenir Ventura  em sua coluna nesta quarta (1) em O Globo
"Os que o conhecem desde pequeno não entendem esse desvio de conduta de um jovem político de sucesso, com uma trajetória que prometia levá-lo a disputar até a Presidência da República. Que mecanismo psicológico — que compulsão, que impulso insaciável — pode fazer alguém acumular e querer cada vez mais, mesmo sabendo que podia ter parado há muito tempo, quando a grana adquirida já dava para bancar os gastos perdulários e o consumo conspícuo de um casal ostentação?", escreve Zuenir Ventura  em sua coluna nesta quarta (1) em O Globo (Foto: Giuliana Miranda)

247 - "Os que o conhecem desde pequeno não entendem esse desvio de conduta de um jovem político de sucesso, com uma trajetória que prometia levá-lo a disputar até a Presidência da República. Que mecanismo psicológico — que compulsão, que impulso insaciável — pode fazer alguém acumular e querer cada vez mais, mesmo sabendo que podia ter parado há muito tempo, quando a grana adquirida já dava para bancar os gastos perdulários e o consumo conspícuo de um casal ostentação?", escreve Zuenir Ventura em sua coluna nesta quarta (1) em O Globo.

"Preso há dois meses e meio no bairro mais quente do Rio, onde a sensação térmica tem ultrapassado os 40 graus, comendo e dormindo mal, para os seus padrões, assim como de sua mulher, Adriana Ancelmo, também encarcerada, o ex-governador Sérgio Cabral, no dia em que fez 54 anos sozinho e deprimido, deve ter se perguntado se valeu a pena acumular tanto dinheiro. Se compensou o preço que está pagando (e ainda vai pagar) por seus erros — o sofrimento dos pais, a vergonha da família, o bullyng das crianças na escola e a sua execração pública, que já o impedia de sair, de ir a um restaurante sem ser hostilizado."

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