Advogado, após suicídio de reitor: é preciso respeito à presunção da inocência

O advogado em Curitiba Mesael Caetano, ex-presidente da Comissão de Igualdade Racial da OAB/PR bateu duro no Judiciário, após o suicídio do reitor da UFSC; "É até quando a sociedade irá ficar em silêncio com os erros do judiciário: Prisão preventiva elástica; condução coercitiva sem recusa do réu de comparecer em juízo; sentenças sem provas só com base em convicção do juiz", afirmou o defensor

O advogado em Curitiba Mesael Caetano, ex-presidente da Comissão de Igualdade Racial da OAB/PR bateu duro no Judiciário, após o suicídio do reitor da UFSC; "É até quando a sociedade irá ficar em silêncio com os erros do judiciário: Prisão preventiva elástica; condução coercitiva sem recusa do réu de comparecer em juízo; sentenças sem provas só com base em convicção do juiz", afirmou o defensor
O advogado em Curitiba Mesael Caetano, ex-presidente da Comissão de Igualdade Racial da OAB/PR bateu duro no Judiciário, após o suicídio do reitor da UFSC; "É até quando a sociedade irá ficar em silêncio com os erros do judiciário: Prisão preventiva elástica; condução coercitiva sem recusa do réu de comparecer em juízo; sentenças sem provas só com base em convicção do juiz", afirmou o defensor (Foto: Leonardo Lucena)

Paraná 247 - O advogado em Curitiba Mesael Caetano, ex-presidente da Comissão de Igualdade Racial da OAB/PR bateu duro no Judiciário, após o suicídio do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

"É até quando a sociedade ira ficar em silêncio com os erros do judiciário: Prisão preventiva elástica; condução coercitiva sem recusa do réu de comparecer em juízo; sentenças sem provas só com base em convicção do juiz. Ou vamos esperar mais um suicídio, como o que ocorreu com o Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, vítima da Polícia e da Justiça Federal que fizeram uma verdadeira campanha de perseguição e difamação levando ao suicídio do reitor no dia de ontem", afirmou o defensor. 

Alvo da Operação Ouvidos Moucos, da Polícia Federal, o reitor da UFSC foi preso temporariamente no dia 14 de setembro - ficou detido por um dia. Ele era suspeito de ter interferido nas investigações que relacionavam a universidade a um desvio de dinheiro de bolsas de educação à distância do programa Universidade Aberta do Brasil (UAB). Quatro dias antes de se matar, Cancellier publicou um artigo descrevendo ter passado por "humilhação e vexame".

 

 

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