Advogado de Beto Richa pede aumento de pena para Lula

O advogado criminalista René Ariel Dotti, de Curitiba, que defende o governador do Paraná, Beto Richa, é o mesmo que pede o aumento de pena para o ex-presidente Lula em nome da Petrobras; na qualidade de assistente de acusação do Ministério público Federal, Dotti vai pedir o aumento da pena ao petista no julgamento do TRF-4, em Porto Alegre, nesta quarta-feira (24)

O advogado criminalista René Ariel Dotti, de Curitiba, que defende o governador do Paraná, Beto Richa, é o mesmo que pede o aumento de pena para o ex-presidente Lula em nome da Petrobras; na qualidade de assistente de acusação do Ministério público Federal, Dotti vai pedir o aumento da pena ao petista no julgamento do TRF-4, em Porto Alegre, nesta quarta-feira (24)
O advogado criminalista René Ariel Dotti, de Curitiba, que defende o governador do Paraná, Beto Richa, é o mesmo que pede o aumento de pena para o ex-presidente Lula em nome da Petrobras; na qualidade de assistente de acusação do Ministério público Federal, Dotti vai pedir o aumento da pena ao petista no julgamento do TRF-4, em Porto Alegre, nesta quarta-feira (24) (Foto: Charles Nisz)

Blog do Esmael Morais -  O advogado criminalista René Ariel Dotti, de Curitiba, que defende o governador do Paraná Beto Richa (PSDB) é o mesmo que pede o aumento de pena para o ex-presidente Lula em nome da Petrobras.

Dotti vai pedir o aumento da pena ao petista no julgamento do TRF-4, em Porto Alegre, nesta quarta-feira (24), na qualidade de assistente de acusação do Ministério Público Federal.

Em entrevista ao Estadão, o advogado afirma:

“A Petrobras, como assistente do Ministério Público, acompanhará, embora com argumentos próprios, os pedidos a serem feitos pelo MPF aos desembargadores que compõem a 8.ª Turma do Tribunal.

Além de requerer a confirmação da sentença do juiz Sergio Moro, o procurador da República sustentará, principalmente, a necessidade de aumentar as penas aplicadas aos réus.”

René Dotti foi contratado pelo governador Beto Richa, em 2015, para defendê-lo no âmbito da Operação Publicano, que investiga fraudes de até R$ 2 bilhões na Receita Estadual.

O ex-auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, em colaboração premiada, sustentou que o dinheiro arrecadado como propina abasteceu o caixa 2 da campanha de reeleição do governador tucano.

 

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