Auditor é condenado por favorecimento à exploração sexual

A Justiça do Paraná condenou o auditor fiscal Luiz Antônio de Souza por favorecimento a exploração sexual em Londrina, no norte do estado; a condenação é de quatro anos em regime semiaberto, um ano de detenção por porte ilegal de arma e pagamento de multa de cinco salários mínimos; é a primeira sentença envolvendo as investigações do MP-PR a uma rede de prostituição de menores em Londrina

A Justiça do Paraná condenou o auditor fiscal Luiz Antônio de Souza por favorecimento a exploração sexual em Londrina, no norte do estado; a condenação é de quatro anos em regime semiaberto, um ano de detenção por porte ilegal de arma e pagamento de multa de cinco salários mínimos; é a primeira sentença envolvendo as investigações do MP-PR a uma rede de prostituição de menores em Londrina
A Justiça do Paraná condenou o auditor fiscal Luiz Antônio de Souza por favorecimento a exploração sexual em Londrina, no norte do estado; a condenação é de quatro anos em regime semiaberto, um ano de detenção por porte ilegal de arma e pagamento de multa de cinco salários mínimos; é a primeira sentença envolvendo as investigações do MP-PR a uma rede de prostituição de menores em Londrina (Foto: Leonardo Lucena)
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Paraná 247 – A Justiça do Paraná condenou, no início desta semana, o auditor fiscal Luiz Antônio de Souza por favorecimento a exploração sexual em Londrina, no norte do estado. A condenação é de quatro anos em regime semiaberto, um ano de detenção por porte ilegal de arma e pagamento de multa de cinco salários mínimos. É a primeira sentença envolvendo as investigações do Ministério Público (MP-PR) a uma rede de prostituição de menores em Londrina.

Souza foi preso, em flagrante, em 13 de janeiro, com uma adolescente de 15 anos em um motel da cidade. De acordo com a Promotoria do MP-PR, ele combinou o programa por R$ 2,5 mil com uma intermediária, de 19 anos. Ela também foi condenada – a dois anos em regime aberto e multa.

O auditor também é apontado pelo MP como um dos líderes do esquema de cobrança de propina na Receita Estadual de Paraná. Segundo as investigações, ele definia quais eram os empresários que seriam pressionados a pagar propina.

A defesa disse que o cliente se comprometeu a devolver parte do dinheiro desviado e vem colaborando com as investigações.

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