"Chega de golpes", diz Gleisi que será observadora das eleições na Bolívia

País, que realiza eleições neste domingo, foi algo de um golpe de estado após a vitória de Evo Morales nas eleições presidenciais

PT lança Plano de Reconstrução do Brasil com Lula, Haddad, Gleisi e Mercadante. 21 de setembro de 2020
PT lança Plano de Reconstrução do Brasil com Lula, Haddad, Gleisi e Mercadante. 21 de setembro de 2020 (Foto: Ricardo Stuckert)
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247 – "Cheguei a Bolívia para acompanhar, com o Observatório do Parlasul, as eleições presidenciais no domingo. É a oportunidade do país restabelecer a ordem democrática, com todos respeitando a soberania do voto popular, respeitando o resultado das eleições. Chega de golpes", disse a deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), em seu twitter. Saiba mais sobre a disputa:

O ex-presidente Carlos Mesa e o candidato do Movimento ao Socialismo, Luis Arce, Mesa e Arce, enerraram suas campanhas eleitorais num clima de polarização política. Eles são os únicos dos seis candidatos em disputa com chances de vitória segundo as pesquisas, embora seja possível que a eleição só seja definida no segundo turno, em 29 de novembro.

Mesa, que governou em 2003-2005, encerrou sua campanha na terça-feira na cidade de Santa Cruz, a mais importante da região mais rica da Bolívia, onde convocou o eleitorado a votarem nele para impedir que o Movimento ao Socialismo (MAS) de Morales e Arce volte ao poder.

Por seu turno, Luis Arce, de 57 anos, ergue a bandeira prosperidade econômica e social do governo de Evo Morales (2006-2019) quando foi ministro da Fazenda, e atribui essa conquista à nacionalização dos hidrocarbonetos em 2006.

A campanha eleitoral boliviana foi marcada pela polarização entre os partidários e os opositores do ex-presidente Evo Morales, derrubado em novembro do ano passado por um golpe.

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