Codinome de Cerveró em planilha de propina era 'lindinho'

Em delação premiada, o ex-gerente da Petrobras Eduardo Musa afirmou que o codinome do ex-diretor da área internacional da estatal Nestor Cerveró era "lindinho" em planilha para pagamento de propina; Eduardo Musa disse que ouvia relatos de corrupção na Petrobras desde quando entrou na empresa por concurso público, em 1978; "Desde que entrou na Petrobrás se ouvia falar do pagamento de vantagem indevida nas mais diversas áreas, mas somente em 2006 o declarante começou a tomar conhecimento de forma direta", declarou

Em delação premiada, o ex-gerente da Petrobras Eduardo Musa afirmou que o codinome do ex-diretor da área internacional da estatal Nestor Cerveró era "lindinho" em planilha para pagamento de propina; Eduardo Musa disse que ouvia relatos de corrupção na Petrobras desde quando entrou na empresa por concurso público, em 1978; "Desde que entrou na Petrobrás se ouvia falar do pagamento de vantagem indevida nas mais diversas áreas, mas somente em 2006 o declarante começou a tomar conhecimento de forma direta", declarou
Em delação premiada, o ex-gerente da Petrobras Eduardo Musa afirmou que o codinome do ex-diretor da área internacional da estatal Nestor Cerveró era "lindinho" em planilha para pagamento de propina; Eduardo Musa disse que ouvia relatos de corrupção na Petrobras desde quando entrou na empresa por concurso público, em 1978; "Desde que entrou na Petrobrás se ouvia falar do pagamento de vantagem indevida nas mais diversas áreas, mas somente em 2006 o declarante começou a tomar conhecimento de forma direta", declarou (Foto: Aquiles Lins)
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Paraná 247 - Em delação premiada aos investigadores da Operação Lava Jato, o ex-gerente da Petrobras Eduardo Musa afirmou que o codinome do ex-diretor da área internacional da estatal Nestor Cerveró era "lindinho" em planilha para pagamento de propina. Segundo o delator, havia uma tabela com a divisão dos pagamentos ilícitos na Diretoria Internacional.

Eduardo Musa disse também que ouvia relatos de corrupção na Petrobras desde quando entrou na empresa por concurso público, em 1978. "Desde que entrou na Petrobrás se ouvia falar do pagamento de vantagem indevida nas mais diversas áreas, mas somente em 2006 o declarante começou a tomar conhecimento de forma direta", declarou Eduardo Musa.

"O tema de pagamento de propina foi apresentado ao declarante por Luis Carlos Moreira. Por volta de julho de 2006, quando o declarante estava começando a trabalhar no desenvolvimento do projeto do navio sonda Petrobrás 10000, Moreira mostrou uma planilha de divisão de propinas da área internacional da Petrobrás; nesta planilha constavam codinomes (apelidos); que o apelido de Nestor na planilha era Lindinho."

Nestor Cerveró já foi condenado em duas ações na Operação Lava Jato. Em maio, o juiz Sérgio Moro, que conduz as ações da Operação Lava Jato, aplicou 5 anos de pena ao ex-diretor, pelo crime de lavagem de dinheiro na compra de um apartamento de luxo em Ipanema, no Rio.

 

 

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