Concurso para professor de Filosofia do IFPR adota olavismo em questão sobre Escola de Frankfurt

Um concurso público realizado para a vaga de professor de Filosofia no Instituto Federal do Paraná (IFPR) chamou a atenção de alguns concorrentes por trazer um “desvio ideológico” e se embasar em teses de Olavo de Carvalho que ligam a Escola de Frankfurt com uma suposta revolução cultural

(Foto: Reprodução)
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247 - Um concurso público realizado para a vaga de professor de Filosofia no Instituto Federal do Paraná (IFPR) chamou a atenção de alguns concorrentes por trazer um “desvio ideológico” e se embasar em teses de Olavo de Carvalho que ligam a Escola de Frankfurt com uma suposta revolução cultural. A instituição foi a mesma que proibiu uma atividade com o coordenador do MTST Guilherme Boulos.

A prova, que pode ser encontrada no site da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Unicentro, causou polêmica por relacionar a Escola de Frankfurt com a criação de uma “plataforma ideológica e teórica para uma revolução cultural” e uma “plataforma de infiltração nos canais institucionais, particularmente a educação”. As conclusões são tiradas a partir da frase do teórico Max Horkheimer de que é preciso “libertar os seres humanos das circunstâncias que os escravizam”. 

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