Crítica de mulher de Francischini amplia crise de Richa

Em texto publicado no Facebook, Flavia Francischini, mulher de Fernando Francischini, secretário de Segurança, faz críticas indiretas ao grupo político do tucano Beto Richa pela violenta ação da Polícia Militar contra a manifestação de professores em Curitiba: “Um bom político trabalha e age por si só, não depende de homens sujos, covardes, que não honram as calças que vestem e precisam agir sempre em grupo, ou melhor quadrilha”; secretário deve cair a qualquer momento 

Em texto publicado no Facebook, Flavia Francischini, mulher de Fernando Francischini, secretário de Segurança, faz críticas indiretas ao grupo político do tucano Beto Richa pela violenta ação da Polícia Militar contra a manifestação de professores em Curitiba: “Um bom político trabalha e age por si só, não depende de homens sujos, covardes, que não honram as calças que vestem e precisam agir sempre em grupo, ou melhor quadrilha”; secretário deve cair a qualquer momento 
Em texto publicado no Facebook, Flavia Francischini, mulher de Fernando Francischini, secretário de Segurança, faz críticas indiretas ao grupo político do tucano Beto Richa pela violenta ação da Polícia Militar contra a manifestação de professores em Curitiba: “Um bom político trabalha e age por si só, não depende de homens sujos, covardes, que não honram as calças que vestem e precisam agir sempre em grupo, ou melhor quadrilha”; secretário deve cair a qualquer momento  (Foto: Roberta Namour)
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247 – Em um desabafo nas redes sociais, Flavia Francischini, mulher de Fernando Francischini, secretário de Segurança, jogou mais lenha na crise vivida pelo governador do Paraná, Beto Richa.

No texto publicado no Facebook, ela faz críticas indiretas ao grupo político do tucano pela violenta ação da Polícia Militar contra a manifestação de professores em Curitiba:

“Um bom político trabalha e age por si só, não depende de homens sujos, covardes, que não honram as calças que vestem e precisam agir sempre em grupo, ou melhor quadrilha". O post foi apagado logo em seguida, mas causou ainda mais estragos na administração tucana.

Após a exoneração do secretário de Educação do Estado e do comando da PM, Francischini, que se segurou no cargo ao condenar a ação da polícia, pode cair a qualquer momento.

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