Defesa de Okamotto atesta falta de provas em ação da Lava Jato

Defesa do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, afirmou nas alegações finais da ação sobre o custeio do acervo presidencial, que as provas apresentadas no processo não deixam dúvidas a "inexistência de qualquer lavagem de dinheiro quanto valor pago para a manutenção do acervo"; "O depoimento do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é esclarecedor quanto a necessidade de doação para acervos presidenciais. O representante da Granero e o próprio Léo Pinheiro atestam não haver qualquer crime quanto ao fato", diz o advogado de Okamotto, Fernando Augusto Fernandes, em petição ao juiz federal Sérgio Moro

Defesa do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, afirmou nas alegações finais da ação sobre o custeio do acervo presidencial, que as provas apresentadas no processo não deixam dúvidas a "inexistência de qualquer lavagem de dinheiro quanto valor pago para a manutenção do acervo"; "O depoimento do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é esclarecedor quanto a necessidade de doação para acervos presidenciais. O representante da Granero e o próprio Léo Pinheiro atestam não haver qualquer crime quanto ao fato", diz o advogado de Okamotto, Fernando Augusto Fernandes, em petição ao juiz federal Sérgio Moro
Defesa do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, afirmou nas alegações finais da ação sobre o custeio do acervo presidencial, que as provas apresentadas no processo não deixam dúvidas a "inexistência de qualquer lavagem de dinheiro quanto valor pago para a manutenção do acervo"; "O depoimento do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é esclarecedor quanto a necessidade de doação para acervos presidenciais. O representante da Granero e o próprio Léo Pinheiro atestam não haver qualquer crime quanto ao fato", diz o advogado de Okamotto, Fernando Augusto Fernandes, em petição ao juiz federal Sérgio Moro (Foto: Aquiles Lins)

247 - A defesa do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, afirmou nas alegações finais da ação sobre o custeio do acervo presidencial, que as provas apresentadas no processo não deixam dúvidas a "inexistência de qualquer lavagem de dinheiro quanto valor pago para a manutenção do acervo".

"O depoimento do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é esclarecedor quanto a necessidade de doação para acervos presidenciais. O representante da Granero e o próprio Léo Pinheiro atestam não haver qualquer crime quanto ao fato", diz o advogado de Okamotto, Fernando Augusto Fernandes, em petição ao juiz federal Sérgio Moro. 

Segundo Fernandes, a Procuradoria da República já havia se manifestado pelo trancamento da ação penal no Superior Tribunal de Justiça, por atipicidade. "O STJ negou habeas corpus entendendo que a questão deveria ser resolvida no processo, e "A defesa, mesmo certa da absolvição, irá recorrer também ao Supremo Tribunal Federal”, conclui Fernandes.

A Lava Jato aponta que um contrato da OAS com a Granero de R$ 1,3 milhão para guardar, de 2011 a 2016, os presentes e lembranças que Lula recebeu durante seus mandatos na Presidência (2003/2010) seria uma forma de lavar dinheiro de propina que o ex-presidente teria recebido no âmbito do esquema de corrupção na Petrobrás. 

Leia a petição na íntegra: 

 

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