Delação de Cunha pode estar longe de se concretizar

Nas conversas que mantém na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, onde está preso há um mês, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) não dá sinais de que se decidiu por um acordo de delação premiada, mas sim longe disso; sua ideia pode mudar, porém, conforme as decisões negativas de soltura que receber da Justiça, como aconteceu recentemente por parte do ministro Teori Zavasck (STF)

Ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, é escoltado por policiais federais ao deixar o Instituto Médico Legal em Curitiba 20/10/2016 REUTERS/Rodolfo Buhrer
Ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, é escoltado por policiais federais ao deixar o Instituto Médico Legal em Curitiba 20/10/2016 REUTERS/Rodolfo Buhrer (Foto: Gisele Federicce)

247 - A delação de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso desde o dia 19 de outubro, pode estar mais longe do que o esperado - pelos investigadores e pela população em geral.

Isso porque, de acordo com a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, nas conversas que mantém na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, onde está, ele não dá sinais de que se decidiu por um acordo de delação premiada, pelo contrário: está longe disso.

Sua ideia pode mudar, porém, conforme as decisões negativas de soltura que receber da Justiça, como aconteceu recentemente por parte do ministro Teori Zavasck, do Supremo Tribunal Federal.

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