"Empresa não tem direito a voto", afirma Requião

A declaração do senador Roberto Requião (PMDB-PR) foi uma crítica às doações de empresas para campanhas eleitorais; o parlamentar apresentou requerimento para que projeto de lei que acaba com doações de organizações empresariais seja votado logo; o congressista reclamou que, desde maio, a proposta está pronta para a ordem do dia; o peemedebista lembrou que, pelo Regimento Interno, nenhum projeto pode ficar nessa situação por mais de um mês

A declaração do senador Roberto Requião (PMDB-PR) foi uma crítica às doações de empresas para campanhas eleitorais; o parlamentar apresentou requerimento para que projeto de lei que acaba com doações de organizações empresariais seja votado logo; o congressista reclamou que, desde maio, a proposta está pronta para a ordem do dia; o peemedebista lembrou que, pelo Regimento Interno, nenhum projeto pode ficar nessa situação por mais de um mês
A declaração do senador Roberto Requião (PMDB-PR) foi uma crítica às doações de empresas para campanhas eleitorais; o parlamentar apresentou requerimento para que projeto de lei que acaba com doações de organizações empresariais seja votado logo; o congressista reclamou que, desde maio, a proposta está pronta para a ordem do dia; o peemedebista lembrou que, pelo Regimento Interno, nenhum projeto pode ficar nessa situação por mais de um mês (Foto: Leonardo Lucena)

Agência Senado - O senador Roberto Requião (PMDB-PR) apresentou requerimento para que projeto de lei que acaba com doações de empresas para campanhas eleitorais (PLS 60/2012) seja votado logo. Ele reclamou que, desde maio, a proposta está pronta para a ordem do dia. Requião lembrou que, pelo Regimento Interno, nenhum projeto pode ficar nessa situação por mais de um mês.

Segundo Requião, o projeto garante um pressuposto inarredável da democracia, que é a separação entre os interesses público e privado. Ele afirmou que grandes empresas doam dinheiro para disputas por cargos no Executivo e no Legislativo para garantir a defesa de seus interesses.

- Não nos esqueçamos que empresa não é cidadão, empresa não tem direito a voto. Voto é prerrogativa de ser humano, pessoa física. Portanto, somente a ela deve ser dada a oportunidade de contribuir com as campanhas eleitorais. E mesmo assim dentro de limites bem claros: por exemplo, dois salários mínimos por contribuintes.

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