Ex-desafetos articulam "dobradinha" do PMDB

O secretário-geral do PMDB, Orlando Pessuti, confirma pré-candidatura ao governo do Paraná e fala primeira vez em se reconciliar com o desafeto Roberto Requião, que quer disputar a Presidência da República; “Ele lá e eu aqui, aliás, ele faz um excelente trabalho no Senado da República, portanto, que continue por lá”, considera o ex-governador; nesta semana, senador afirmou que disputará a convenção nacional do PMDB ao apresentar seis propostas econômicas de cunho nacionalistas

O secretário-geral do PMDB, Orlando Pessuti, confirma pré-candidatura ao governo do Paraná e fala primeira vez em se reconciliar com o desafeto Roberto Requião, que quer disputar a Presidência da República; “Ele lá e eu aqui, aliás, ele faz um excelente trabalho no Senado da República, portanto, que continue por lá”, considera o ex-governador; nesta semana, senador afirmou que disputará a convenção nacional do PMDB ao apresentar seis propostas econômicas de cunho nacionalistas
O secretário-geral do PMDB, Orlando Pessuti, confirma pré-candidatura ao governo do Paraná e fala primeira vez em se reconciliar com o desafeto Roberto Requião, que quer disputar a Presidência da República; “Ele lá e eu aqui, aliás, ele faz um excelente trabalho no Senado da República, portanto, que continue por lá”, considera o ex-governador; nesta semana, senador afirmou que disputará a convenção nacional do PMDB ao apresentar seis propostas econômicas de cunho nacionalistas (Foto: Aquiles Lins)
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Blog do Esmael - O ex-governador Orlando Pessuti (PMDB) admitiu pela primeira vez que poderá se entender com o senador Roberto Requião (PMDB) para as eleições de outubro. “Ele candidato a presidente da República e eu a governador do Paraná. Ele lá e eu aqui, aliás, ele faz um excelente trabalho no Senado da República, portanto, que continue por lá”, afirmou.

Requião e Pessuti, ambos em litígio no PMDB do Paraná, não dividem a mesma mesa desde abril de 2010. O ex-governador, que é secretário-geral do partido, percorreu esta semana a região metropolitana de Curitiba pela candidatura própria. “Por onde ando, tenho recebido incentivo e apoio tanto pela candidatura própria como pela indicação do meu nome para o governo”, disse.

Também nesta semana, Requião colocou-se como candidato à sucessão da presidenta Dilma Rousseff. Ele afirmou que disputará a convenção nacional do PMDB apresentando seis propostas concretas:

Planejamento público centralizado; Criação de um sistema bancário público; Criação de um sistema de empresas públicas estratégicas; Política fiscal/monetária anticíclica; Atuação no câmbio, para assegurar uma taxa ligeiramente favorável às exportações, como na China;  e A articulação desses cinco itens com metas de aumento da renda per capita, redução da desigualdade, mediante políticas sociais específicas, e o estabelecimento de imposto de renda realmente progressivo, a partir de uma renda mensal de R$ 10 mil.

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