Fruet: Tarifa do transporte é incerta

Prefeito de Curitiba vai passar segunda-feira “de plantão” para buscar alternativa ao impasse sobre o valor da passagem de ônibus; "Já sabemos, por exemplo, que o reajuste salarial de motoristas e cobradores deve ser de, no mínimo, 10,5%", diz

Prefeito de Curitiba vai passar segunda-feira “de plantão” para buscar alternativa ao impasse sobre o valor da passagem de ônibus; "Já sabemos, por exemplo, que o reajuste salarial de motoristas e cobradores deve ser de, no mínimo, 10,5%", diz
Prefeito de Curitiba vai passar segunda-feira “de plantão” para buscar alternativa ao impasse sobre o valor da passagem de ônibus; "Já sabemos, por exemplo, que o reajuste salarial de motoristas e cobradores deve ser de, no mínimo, 10,5%", diz (Foto: Roberta Namour)
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Por Erickson Ferrer
Notícias Paraná

"O momento é de insegurança". Foi como o prefeito de Curitiba Gustavo Fruet (PDT) reagiu neste sábado (22) ao ser questionado sobre o impasse em torno da tarifa do transporte coletivo. Ele espera que as soluções surjam na semana que vem. A próxima rodada de negociações entre governo do estado e municípios está marcada para segunda-feira (24).

Segundo Fruet, há pelo menos três cenários sobre o futuro do preço da passagem: a redução em R$ 0,43 da tarifa técnica, aquela paga às empresas, como determinou o Tribunal de Contas do Estado; sem a redução, conforme liminar do Tribunal de Justiça do Paraná que suspendeu a decisão do TCE; e com o dissídio dos trabalhadores transporte coletivo.

"Já sabemos, por exemplo, que o reajuste salarial de motoristas e cobradores deve ser de, no mínimo, 10,5%", diz Fruet. Para definir o valor da tarifa, o prefeito quer saber se o estado vai dar algum subsídio e de quanto ele será. Sem ajuda estadual, Fruet diz que Curitiba não tem como bancar a integração dos outros municípios da região metropolitana ao sistema.

O prefeito revela ainda que outra variável pode vir dos tribunais, caso haja o entendimento de que a composição da planilha de custos está errada. Isso poderia levar ao cancelamento da licitação das empresas que exploram o transporte coletivo. "Precisamos deixar tudo isso claro, senão a discussão não vai ter fim", afirma.

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