Gleisi anuncia liberação de R$ 817 mi para o estado

A ex-ministra e senadora Gleisi Hoffmann (PT), anunciou, pelo Facebook, a liberação do empréstimo de R$ 817 milhões que o governo do estado vinha tentando liberar há meses; "O secretário do Tesouro, Arno Augustin, ligou-me agora para informar que será liberado hoje o empréstimo de 817 milhões, dentro do programa Proinveste", comemorou

Senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) critica a análise que a oposição e a imprensa fazem da situação do sistema elétrico nacional num período crítico como o atual, em que o nível dos reservatórios está baixo
Senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) critica a análise que a oposição e a imprensa fazem da situação do sistema elétrico nacional num período crítico como o atual, em que o nível dos reservatórios está baixo (Foto: Leonardo Lucena)

Blog do Esmael - A ex-ministra e senadora Gleisi Hoffmann (PT), anunciou, pelo Facebook, a liberação do empréstimo de R$ 817 milhões que o governo do estado vinha tentando liberar há meses.

"O secretário do Tesouro, Arno Augustin, ligou-me agora para informar que será liberado hoje o empréstimo de 817 milhões, dentro do programa Proinveste", comemorou.

"O governo federal provou que não adianta Richa e seus capangas ficarem falando grosso. Tem que cumprir a lei", disse Enio Verri, presidente estadual do PT, ao recordar que foi o próprio secretário nacional do Tesouro, Arno Augustin, que orientou ao governo Paraná ingressar com nova ação do Supremo Tribunal Federal (STF).

A seguir, o comunicado de Gleisi Hoffmann:

"O secretário do Tesouro, Arno Augustin, ligou-me agora para informar que será liberado hoje o empréstimo de 817 milhões, dentro do programa Proinveste.

Depois de longo período tentando e não conseguindo, por não cumprir os requisitos da Lei de Responsabilidade Fiscal, o Estado seguiu a sugestão do próprio Augustin e obteve liminar no Supremo que dispensa o cumprimento das exigências.

A liberação dos empréstimos federais tem sido colocada como condição imprescindível para que o Estado possa reorganizar suas contas, marcadas por atrasos com fornecedores e risco de não pagar a folha de salários.

Minha expectativa é de que agora isso tudo seja normalizado, os salários sejam garantidos e o Estado pague suas contas, especialmente para os pequenos fornecedores. Instituições fundamentais, como as polícias estão em dificuldades para exercer suas funções por falta de recursos. A prioridade deve ser o pronto restabelecimento dos serviços essenciais à nossa população."

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