Gleisi: Brasil não corre risco de racionamento

Segundo a senadora do PT-PR, nos últimos onze anos, houve a integração do sistema elétrico e o investimento em geração e transmissão de energia; ela lembrou que, por causa da seca, o governo está usando a energia produzida pelas termelétricas, que representam 14% do que é gerado no país

Segundo a senadora do PT-PR, nos últimos onze anos, houve a integração do sistema elétrico e o investimento em geração e transmissão de energia; ela lembrou que, por causa da seca, o governo está usando a energia produzida pelas termelétricas, que representam 14% do que é gerado no país
Segundo a senadora do PT-PR, nos últimos onze anos, houve a integração do sistema elétrico e o investimento em geração e transmissão de energia; ela lembrou que, por causa da seca, o governo está usando a energia produzida pelas termelétricas, que representam 14% do que é gerado no país (Foto: Roberta Namour)
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Agência Senado - Mesmo com a falta de chuvas, os brasileiros não correm o risco de sofrer com o racionamento de energia elétrica, pois nos últimos onze anos, houve a integração do sistema elétrico e o investimento em geração e transmissão de energia, afirmou nesta terça-feira (11), em Plenário, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Ela lembrou que, por causa da seca, o governo está usando a energia produzida pelas termelétricas, que representam 14% do que é gerado no país.

Gleisi Hoffmann comparou os cenários do sistema elétrico do país desde a década de 80. Segundo ela, nos anos 80, o investimento anual médio era de R$ 12,6 bilhões de dólares. Na de 90, foi de R$ 6,5 bilhões de dólares, o que segundo a senadora justifica a carência do setor eprovocou o apagão em 2001 e 2002.

Já no primeiro mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a expansão das linhas de transmissão foi de 600 quilômetros ao ano, em média. No segundo mandato, foi de 2 mil quilômetros. Já nos governos do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff, disse Gleisi Hoffmann, essa média foi de 4 mil quilômetros ao ano.

- As diferenças são muito evidentes. é por isso que nos permitem afirmar, com segurança, que nosso sistema é confiável. Ou seja, o modelo foi refeito. Hoje temos 126 mil megawatts de potência instalada, contra 80 mil que nós tínhamos em 2002. E temos 116 mil quilômetros de linha contra 73 mil em 2002. Portanto, suficientes para escoamento da energia do país aos centros de consumo - afirmou.

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